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Galeria Espírito Santo dos camelôs completa um ano

Permissionários comemoram a conclusão das obras que estavam inacabadas 03/08/2015 às 10:52
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Vendedores e clientes estranharam a mudança de endereço dos camelôs, que hoje têm melhor estrutura física
acritica.com Manaus (AM)

Depois de um ano da galeria Espírito Santo ter sido inaugurada, permissionários do local comemoram a conclusão das obras que estavam inacabadas e o volume de vendas, embora 38% das lojas continuarem fechadas. Apesar dos entraves identificados pelos lojistas e representantes do poder público local, ainda há otimismo dos que permanecem no local.

Desde que a galeria foi inaugurada, no início de agosto de 2014, até o mês de janeiro deste ano, as vendas dos permissionários havia caído 50% em relação ao período em que estes eram camelôs.

O motivo principal era a falta de hábito dos consumidores em visitar os novos locais, completamente diferente dos anteriores (nas calçadas).

Opiniões

Mesmo com estrutura, cursos patrocinados pela Prefeitura e até bônus financeiro nos primeiros meses nas galerias, há vendedores insatisfeitos. “Eu estou com R$ 30 em caixa da semana toda”, afirma uma lojista que preferiu não se identificar. A justificativa é a crise econômica brasileira. Outro motivo estaria ligado às fiscalizações dos que retornaram às ruas para a prática do comércio ilegal.  “É de responsabilidade da Prefeitura, mas nós precisamos cobrar mais agilidade porque a situação existe e é agravante”, justificou o subsecretário do Centro Histórico de Manaus, Glacuo Luzeiro. Por fim, os permissionários cobram um melhor plano de marketing da galeria.

Segundo Luzeiro, todos os entraves já foram repassados à Prefeitura, que está buscando solucioná-los o mais breve possível. O órgão já fechou parceria como algumas instituições como a UniNorte – para o marketing – Defensoria Pública e Detran – para atrair mais público através de seus serviços. “O que acontece é que nem sempre depois de fechado acordo com esses órgãos, eles tem a mesma agilidade que nós gostaríamos que tivessem”, afirmou Luzeiro. 

Abandonaram

Dos 310 boxes, 114 foram encontrados de portas fechadas. O subsecretário Glauco Luzeiro prometeu punições que vão desde notificação até suspensão e rompimento no contrato que dá direito ao comerciante, o uso do estabelecimento.

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