Sábado, 14 de Dezembro de 2019
PLANEJAMENTO

Gastos com folha de pagamento no Estado ficam abaixo do limite prudencial

Governo afirma que combate à sonegação permitiu que a arrecadação do Amazonas aumentasse sem reajuste de impostos



WhatsApp_Image_2017-08-09_at_17.04.08.jpeg Balanço foi divulgado hoje pelo governador David Almeida (Foto: Antônio Lima)
09/08/2017 às 18:39

Em julho deste ano, o Estado gastou 45,95% de sua Receita Corrente Líquida (RCL) com folha de pagamento e com previdência dos servidores. O dado positivo deixa o Amazonas abaixo do limite prudencial de 46,5% pela primeira vez desde 2015.

Foram 29 meses gastando mais que 46,5% de sua receita com salários e com a previdência, conforme balanço divulgado hoje pelo Governador David Almeida. O  o pior momento foi em abril de 2016, quando o Estado usou 48,89% de seus recursos para este fim, engessando investimentos em outras áreas e coibindo eventuais promoções e reajustes.



No mês de julho deste ano, os 45,9% gastos com pagamento representaram um valor total de R$ 6,779 bilhões. A variação, em comparação com julho passado, é de 3,81%.  Para David Almeida, o resultado foi possível graças a uma melhoria na arrecadação sem aumento de impostos.

"Isso foi possível combatendo a sonegação através dos mecanismos de fiscalização. Aumentamos a arrecadação sem aumentar os impostos, além das distribuições de renda para a população. E semanalmente nós nos reunimos para discutir e trocar informações sobre os serviços dos estados, a distribuição de serviços de saúde, educação, segurança e produção", afirmou David Almeida.

Para manter o equilíbrio das contas do estado, o governador destacou a criação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira)  para combater crimes de sonegação de impostos. Segundo ele, o comitê já investiga o não repasse de R$ 300 milhões por empresários aos cofres públicos estaduais.

"Temos algo em torno de R $ 311 milhões para ser recuperado sem aumentar nenhum real de imposto, somente com fiscalização  e arrecadação. Nós acreditamos que nos 187 contratos de repatriação podemos arrecadar R$ 90 milhões", defendeu.


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