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Greve de 72h não afetará serviços, afirma Eletrobras Amazonas

Servidores protestam contra a privatização do setor elétrico e o reajuste salarial de 11,58%. Sindicato diz que a paralisação está dentro das normas legais e que a intenção não é prejudicar a população. No entanto, os grevistas alertam que, se considerarem necessário, tomarão 'medidas mais drásticas' 31/08/2015 às 16:44
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Servidores são contra privatizações no setor e valor do reajuste
alexandre pequeno Manaus (AM)

A greve de advertência de aproximadamente 1,5 mil servidores da Eletrobras Amazonas Energia não comprometerá os serviços na capital e no interior. É o que afirma assessoria da empresa de energia elétrica.

A partir desta segunda-feira (31), até a próxima quarta-feira (02), os servidores da Eletrobras Amazonas Energia, tanto da capital quanto do interior entraram de greve em caráter de advertência por 72h. A greve segue o movimento de paralisação nacional.

O Sindicato dos Urbanitários do Amazonas informou que as principais reivindicações são contra a privatização do setor elétrico e o reajuste salarial de 11,58%.

Segundo o sindicato, a quarta rodada de negociação, marcada pela própria empresa para a última quinta-feira (27), não ocorreu, tendo sido cancelada pela própria Eletrobras. Após isso, a empresa fez uma contra proposta, porém não foi aceita pela categoria. O sindicato fez a mediação da tentativa de acordo.

“A nossa bandeira é contra a privatização do setor elétrico, os trabalhadores estão sofrendo constantes ameaças de privatização, algumas empresas inclusive já foram privatizadas e isso não é bom pra população. E dessa vez, a luta é contra a proposta insatisfatória feita pela empresa sobre o reajuste salarial”, afirma servidora Amanda Paes.

O sindicato afirmou que a paralisação está dentro das normas previstas na lei e que a intenção não é prejudicar a população. No entanto, os grevistas alertaram que, se considerarem necessário, tomarão "medidas mais drásticas".

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