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Greve dos vigilantes pode fechar bancos, diz presidente do sindicato dos bancários

Presidente do sindicato dos bancários alerta que os funcionários das agências bancárias não abrirão as portas se não houver garantia de sua segurança. 05/02/2013 às 17:03
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Paralisação dos vigilantes impede o funcionamento dos bancos.
Bruno Strahm Manaus (AM)

A greve dos agentes da segurança privada, anunciada na manhã desta terça-feira (5) em assembleia geral, pode desencadear na próxima semana a suspensão do funcionamento de bancos, é o que afirmou o presidente Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários do Amazonas (Seebam), Nindberg Barbosa.

“O sindicato está com esta preocupação. A nossa orientação é para que os funcionários não abram as agências bancárias se não houver segurança para garantir a integridade física deles e do patrimônio”, comenta Barbosa.

Segundo ele, existe uma lei que resguarda a segurança dos profissionais bancários no ambiente de trabalho, o que impediria o funcionamento do serviço, caso a greve dos vigilantes venha realmente a acontecer.

“Nós iremos fiscalizar as agências, e descobrir se existem alguém que esteja ‘forçando a barra’ para que haja o funcionamento mesmo sem a presença dos seguranças”, finalizou Barbosa.

Greve dos vigilantes

O Sindicato dos Vigilantes do Amazonas (Sindevam) anunciou que vai entrar em greve a partir do dia 13 de fevereiro, acompanhando a decisão nacional da categoria que reivindica cumprimento da lei nº 12.740/2012, que garante um adicional de 30% por periculosidade nos salários.

"Após a assembleia, que teve unanimidade pela paralisação da categoria, vamos notificar os órgãos públicos e empresas privadas para que sejam informadas sobre a greve geral", afirmou o diretor do Sindevam, Adolfo Torres.

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