Segunda-feira, 15 de Julho de 2019
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Idoso morre atropelado na Zona Centro-Sul de Manaus

Aposentado de 77 anos com deficiência auditiva atravessava a rua quando foi atingido por um motoboy



1.jpg A motocicleta que era usada pelo motoboy Tiago dos Santos foi apreendida
29/07/2013 às 22:08

O aposentado Antonio Brasil de Freitas, 77, morreu na manhã de segunda-feira (29) após ser atropelado pelo motoboy Tiago dos Santos, 25, que conduzia uma moto vermelha da marca Honda, modelo CG e placa OAN-6509. O acidente aconteceu na na rua Castro Alves, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul.

De acordo com informações da vizinha da vítima, que não quis ser identificada, o idoso estava conversando com ela em frente de casa, quando decidiu atravessar a rua e acabou sendo atingido pela motocicleta, que trafegava em alta velocidade.

No momento do choque o idoso foi lançado pela motocicleta e bateu a cabeça no asfalto, morrendo no local. “Acho que a morte não foi causada pelo choque com a moto e sim pelo impacto, quando ele caiu no asfalto e bateu a cabeça”, analisou a vizinha.

A vítima, que tinha problemas auditivos, não ouviu a buzina da motocicleta, acionada pelo motociclista momentos antes da colisão. Ele alegou que tentou desviar do idoso e, após o impacto com o pedestre, atingiu também um carro que estava estacionado em frente a uma das casas.

O condutor da motocicleta prestou socorro ao idoso e foi encaminhado para 16º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde prestou esclarecimentos e foi liberado.

A vizinha do aposentado, que testemunhou o acidente, contou que estava conversando sobre a vizinhança quando o idoso atravessou sem prestar atenção no movimento.

 A rua onde aconteceu o acidente é uma das entradas para o parque Cidade da Criança que tem grande fluxo de visitação  e  merece atenção redobrada dos motoristas que passam pelo local, por concentrar muitas crianças. 

Polícia

Segundo o Delegado Titular do 16º DIP, Glauber Pessoa Lopes o acidente será investigado, mas até ontem não havia indícios de que foi um crime culposo e sim uma fatalidade. “As causas do acidente serão apuradas para então sabermos que se trata de homicídio culposo. Por enquanto, não identificamos indícios de culpa por parte do condutor”.

O delegado informou ainda que a perícia foi chamada ao local e irá fazer alguns testes para verificar a velocidade da moto no momento do acidente.

Em depoimento, o condutor da motocicleta informou que estava trabalhando e que tentou fazer “diversas manobras” para desviar do idoso, mas não conseguiu.

Imprudência

Na sexta-feira (26), a vítima da inprudência no trânsito foi o motociclista Fernando Martins da Silva, 27, que morreu após a motocicleta dele colidir com um carro.  A motorista do carro, Izane Torres de Barros, passou cerca de 15 metros do retorno da avenida Jacira Reis, sentido Ponta Negra, e deu marcha ré no veículo na faixa da direita, antes de cruzar a avenida, em manobra imprudente, para acessar o retorno, à esquerda, segundo testemunhas. O motociclista, que vinha em alta velocidade, não conseguiu desviar do carro e se chocou contra o Astra de Izane, atingindo a porta traseira do carro. Duas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e passaram aproximadamente 30 minutos reanimando Fernando, que morreu a caminho do hospital.

Família decide não exumar cadáver

Os familiares do garoto Francisco Silva, que morreu há 15 anos vítima de hepatite e cujo corpo teria sido encontrado intacto na zona rural do Município de Nhamundá, voltaram atrás e decidiram não mais realizar a exumação do cadáver. Os parentes se reuniram na sexta-feira à noite e já comunicaram a decisão à juíza Vanessa Leite, da comarca local, com quem tiveram uma conversa prévia e haviam declarado interesse de desenterrar o corpo, a pedido do Instituto Médico Legal de Parintins (IML).

Valber Sampaio, um dos parentes do falecido, disse que a maioria dos familiares ficou inconformada com a repercussão do caso. Eles teriam atribuído aos moradores da comunidade São Benedito do Aduacá, única localidade com cemitério público naquela região,  o alarde. O menino residia no Sagrado do Aduacá, localidade vizinha. O caso veio à tona no dia do sepultamento do pai de Francisco, de 86 anos, que pediu para ser enterrado na mesma cova do filho. Testemunhas contaram que o rosto do garoto e parte do corpo estavam conservados.


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