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Inflação e juros em níveis mais elevados do que o previsto até o ano que vem

Segundo cálculos feitos por economistas, o índice da inflação e a taxa básica de juros deve fechar 2013 e 2014 em níveis elevados 22/10/2013 às 08:08
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No ano que vem, a inflação deve continuar em alta, chegando a 5,94% em dezembro de 2014
jornal a crítica ---

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A economia brasileira deve continuar enfrentando um momento “turbulento” no próximo ano. É o que indica a pesquisa Focus, divulgada nessa segunda-feira (21) pelo Banco Central, que serve como prévia para taxas de juros e índices que influenciam o cotidiano econômico do País. Entre os itens mais conhecidos, estão a taxa básica de juros e a inflação. Ambos devem fechar2013 e 2014 em níveis mais altos dos que vinham sendo previstos.

A taxa de juros Selic, que na última semana foi elevada para9,75% pelo Comitê de Política Monetária (Copom) - deve fechar o ano em 10%. Em2014, a projeção da Selic passou de 9,5% para 10,25%. Apesar de ser um mecanismo para controlar a inflação, o reajuste da Selic também causa impactos no consumo da população, já que o crediário e as opções de parcelamento de bens duráveis, são reduzidas conforme a taxa sofre aumentos.

Em relação a sempre “temida” inflação, os economistas do Banco Central refizeram os cálculos os e chegaram à conclusão de que o índice vai aumentar mais um pouco. As perspectivas saltaram de 5,81% para 5,83%. para2013. No ano que vem, a inflação deve continuar em alta, chegando a 5,94% em dezembro de 2014. A única “boa” notícia é que o índice previsto para o fim doano que vem era de 5,95%.

O cálculo de previsão da inflação são feitos com base nas pesquisas de preços repassadas por institutos como o IBGE, a Fundação Getúlio Vargas (FVG) e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

O ajuste na estimativa de inflação, foi influenciado principalmente pelos últimos resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15).

Em outubro o IPCA-15 subiu 0,48%, acima do esperado. Isto foi causado principalmente pelos preços de alimentos, transportes e habitação,além do efeito da alta do dólar em relação ao real.

E por falar em dólar, a moeda americana deve fechar o ano em baixa, já que estimativa para a taxa de câmbio ao final do ano passou de R$2,29 para R$ 2,25.

Em 2014, porém, os índices não são nada animadores. A projeção permanece em R$ 2,40 para cada dólar.

Mais índices

Na pesquisa do Banco Central, também está a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que deve fechar este ano em 4,04%. A projeção anterior era 3,93%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M),a estimativa é 5,73%, a mesma anterior. Para o Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI), a estimativa passou de 5,75% para 5,79%.

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