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Infraero se posiciona sobre ‘rombo’ nas obras do aeroporto de Manaus

De acordo com a Infraero, na última vistoria realizada, o entendimento da equipe de auditores é que se deve fazer uma adequação ao critério instituído incluindo novas faixas de categorização dos equipamentos, sendo que tal orientação está sendo adotado plenamente 14/08/2013 às 12:30
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Obras de ampliação do Aeroporto Eduardo Gomes em Manaus
acritica.com Manaus

Nesta quarta-feira (14), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) emitiu uma nota esclarecendo questões expostas em uma matéria publicada no ACRITICA.COM, repassada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) referente a um ‘rombo’ de mais de R$ 2 milhões na obra do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus.

De acordo com a Infraero, as obras no aeroporto  – contratadas por R$ 389 milhões e com 66,55% do serviço executado e pago - estão em um ritmo acelerado e dentro do marco planejado para atendimento da demanda prevista para 2014.

Em relação à questão de superfaturamento de R$ 2 milhões, a empresa diz que trata-se de equipamentos de movimentação vertical (guindastes). Na execução da obra, foram adotados os parâmetros previstos no contrato e baseados em banco de dados orçamentários governamentais como SICRO, SINAPI e outros, validados à época pelo próprio TCU.

Na última vistoria realizada, o entendimento da equipe de auditores é que se deva fazer uma adequação ao critério instituído incluindo novas faixas de categorização dos equipamentos, sendo que tal orientação está sendo adotado plenamente.

Quanto à questão inerente ao granito e ao forro, todo o material in sumo desses itens necessários a obra está posto no canteiro. Essa ação visa à redução de riscos de atraso na obra devido à dificuldade de logística para fornecimento de tais insumos/materiais na Região Norte, especificamente em Manaus, dentro do planejamento de entrega dos materiais pelos fornecedores, comumente percebe-se a utilização de diversos modais de transporte (rodoviário, fluvial e marítimo) intercalados conforme a época do ano e sazonalidade da bacia hidrográfica da região, o que pode causar certo descompasso entre o recebimento e a utilização do material. Destaca-se que esses itens (granito e forro) já estão sendo utilizados.

Auditorias
Na terceira auditoria promovida pelo TCU em Manaus, realizada em abril deste ano, foram destacados alguns pontos a serem melhorados e adequados, a exemplo do que ocorreu nas outras visitas de acompanhamento, sempre visando a um melhoramento contínuo do processo de gestão e a plena consonância aos critérios e entendimentos do órgão de controle.

Na terceira visita, foi observado um equívoco no controle físico referente à impermeabilização de uma área. Esse apontamento já foi corrigido e o valor foi estornado do consórcio responsável pelos serviços em abril deste ano, sendo que para o item “execução de concreto” não houve pagamento em duplicidade.

Quanto a refazer os serviços apontados no relatório, estes já foram totalmente executados, sem ônus a Infraero.

A Infraero ressalta que a obra de ampliação do Aeroporto de Manaus é acompanhada continuamente pelo TCU, que já realizou duas auditorias de acompanhamento, sendo esta a terceira. Todas as orientações proferidas nas auditorias anteriores foram seguidas plenamente pela equipe de gestão e fiscalização da Infraero, o que será feito também nas orientações contidas no último relatório, reafirmando o compromisso da Infraero com a transparência das ações de gestão de seus empreendimentos.

Hoje, estão mobilizados cerca de mil trabalhadores (empregos diretos), empenhados na execução do planejamento dos serviços.


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