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Cotidiano
novidade

Instagram Business quer melhorar a relação entre clientes e empresas

A novidade foi testada primeiro em três países: Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália e estará disponível no Brasil nas próximas semanas. 21/08/2016 às 17:45
Show brunouchoa
De acordo com o mídia performace, Bruno Uchôa, a inovação vai facilitar um trabalho de estatísticas que era feito manualmente / Foto: Aguilar Abecassis
Geizyara Brandão Manaus (AM)

Lançando em 2010 como um aplicativo que aplica filtros a fotos e vídeos, o Instagram já passou por diversas mudanças, deixando de ser apenas um espaço para compartilhar imagens pessoais e se tornando uma ferramenta de negócios para as marcas e empresas. Seja o perfil de um supermercado, uma loja de confecções, uma marca de sapatos ou uma de uma empresa de soluções ambientais, o importante é gerar conteúdo relevante, a fim de trazer engajamento e resultados positivos nas vendas e na imagem corporativa.

Os empreendedores locais que desejam ter o perfil reconhecido como comercial poderão utilizar, em breve, as novas ferramentas que o aplicativo Instagram desenvolveu para alavancar os negócios no mundo digital, aproximando os consumidores das organizações.

O “Instagram Business” vai auxiliar na comunicação com o possíveis clientes de forma mais prática para obter informações diretamente no perfil da empresa. Em contrapartida, o empreendedor saberá quando e em qual tipo de postagem investir, por exemplo, para ter uma melhor performance. As estatísticas serão oferecidas no próprio aplicativo. A novidade foi testada primeiro em três países: Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália e estará disponível no Brasil nas próximas semanas.

Segundo o fundador e CTO da Agência Fermen.to, Luiz Júnior, já era esperado que o Instagram se voltasse para o ramo empresarial, uma vez que foi comprado em 2012 pelo Facebook. Resultando em funcionalidades a mais para a rede social. “O Instagram é a rede social mais fechada para desenvolvedores e para marketing. (...) Então, obviamente as marcas usaram isso de alguma forma, mas sempre se limitaram no sistema a nível de usuário. Acredito que agora com essa abertura para business as marcas vão poder utilizar plenamente as ferramentas, atingir mais pessoas”, ressaltou Júnior.

As novas ferramentas são similares ao que já é feito nas páginas de empresas no Facebook, um sistema de métricas para segmentar o público e direcionar o conteúdo.  De acordo com o mídia performace, Bruno Uchôa, a inovação vai facilitar um trabalho de estatísticas que era feito manualmente. “Tem duas grandes vantagens: primeiro, as empresas vão conseguir mensurar as atividades que fazem; (...) igual ao Facebook, vão patrocinar as publicações”, elencou Uchôa.

Marketing de conteúdo agrega mais

O mundo online proporcionou uma amplitude na divulgação de produtos de grandes marcas e empresas de diferentes segmentos. Com isso, o marketing de conteúdo está presente nas redes sociais buscando a interação com o consumidor, para posteriormente se tornar em lucros. Manaus já conta com uma gama de agências que estão direcionando seus trabalhos para o conteúdo digital.

De acordo com a diretora da Agência Tterra, Márcia Mazetto, não existe uma receita de bolo para o marketing digital. No Instagram, por exemplo, por ser uma rede de relacionamentos, não pode ser utilizado o marketing de guerrilha, no qual se utiliza recursos não-convencionais para garantir lucro e satisfação.  “No funil de vendas, o papel da agência é direcionar o trabalho na rede social. Faz-se uma filtragem para alimentar o perfil do cliente com o que ele quer ver”, destacou.
O fundador e CTO da Agência Fermen.to, Luiz Júnior, ressaltou que as redes sociais não são direcionadas para compras e o marketing de conteúdo é essencial para os negócios. “Ninguém acessa o Facebook com o cartãozinho na frente do computador, as pessoas estão lá para se entreter, para consumir conteúdo. Então, o marketing é fundamentalmente de conteúdo. Até quando a gente faz uma mídia, um post patrocinado, mesmo que seja uma venda, ou indiretamente uma venda, uma oferta, uma promoção, mas a linguagem nunca é de venda, é linguagem de conteúdo sempre”, enfatizou.

Para o social media, Bruno Uchôa, dentro das plataformas sociais existentes atualmente, ‘a forma de fazer publicidade tem que ser diferente’.
 

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