Quinta-feira, 18 de Julho de 2019
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Internacionalizar, sim! Projeto está de olho nos produtos made in AM

Para tentar amenizar um pouco este processo, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), está desenvolvendo o projeto para montar estratégias e fornecer estrutura para pequenos produtores que queiram internacionalizar seus produtos.



1.jpg Marcelo Lima coordena projeto cujo objetivo é dar maior visibilidade a produtos fabricados com insumos regionais
11/05/2013 às 19:43

A biodiversidade amazônica ainda é pouco explorada. Mas boa parte dos produtos extraídos dela possuem potencial de mercado. A exportação destas mercadorias, porém, acaba sendo impedida por diversos fatores, dentre eles a falta de estrutura e de conhecimento do mercado exterior.

Para tentar amenizar um pouco este processo, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), está desenvolvendo o projeto para montar estratégias e fornecer estrutura para pequenos produtores que queiram internacionalizar seus produtos.

O projeto será finalizado no próximo dia 14 de maio, em uma reunião na sede da Fieam, que pode contar com a presença de representantes de países estrangeiros interessados nos produtos amazônicos.
 
Segundo o gerente executivo do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN Amazonas) da Fieam, José Marcelo Lima, a ideia de se criar uma ferramenta de internacionalização dos produtos locais surgiu diante de uma dificuldade enfrentada pela Federação.

“No ano passado, empresários da Turquia visitaram Manaus em uma missão empresarial e fomos convidados por eles a levarmos empresas de produtos locais para expor na Feira Internacional de Istambul. Mesmo com as despesas pagas pela entidade turca, não conseguimos arregimentar empresas com potencial exportador que pudessem atender uma possível demanda”, revelou. 


Alvos

O projeto conta com o apoio da Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS) e da Organização das Cooperativas Brasileiras do Amazonas. As entidades estão desenvolvendo trabalhos junto a comunidades interioranas, que têm o objetivo de fomentar a produção de algumas matérias.

Em um primeiro momento, o projeto vai trabalhar com o açaí, a castanha do Brasil e o pescado. “Acreditamos que os produtos contemplados têm potencial para atender o mercado internacional”, explicou Marcelo. Caso haja êxito, outros produtos regionais como cupuaçu e o camu-camu podem ser beneficiados. No total, o projeto deve investir cerca de R$ 200 mil ao longo dos próximos dois anos para estruturar a cadeia produtiva de micro, pequenos empresários e cooperados.



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