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Intervenção em Coari foi rejeitada três vezes pelo Tribunal de Justiça do Amazonas

Ingressado em fevereiro, o pedido de intervenção do Ministério Público Amazonas (MP-AM) foi reapresentado em julho e sepultado em dezembro 15/01/2015 às 09:09
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População revoltada saqueou a casa do prefeito de Coari, Igson Monteiro, por atraso de pagamentos
Jornal A Crítica Manaus (AM)

Três vezes, o pedido de intervenção em Coari, do Ministério Público Amazonas (MP-AM), foi negado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas em 2014. Provocado por deputados estaduais em janeiro do ano passado, o MP-AM ingressou com o pedido de intervenção no município no dia 20 de fevereiro.

A primeira vez o pedido foi negado porque os desembargadores consideram fraco o argumento de que o prefeito Adail Pinheiro violou o Estatuto da Criança e do Adolescente quando criou dois conselhos tutelares e deu posse a dez conselheiros que não haviam sido eleitos pela população, como manda a legislação. Para eles, isso não seria motivo suficiente. Os deputados que solicitaram a intervenção ao MP-AM haviam adiantado que o pedido não se sustentaria e pediram a inclusão de argumentos mais sólidos com provas de que as vítimas e testemunha dos supostos crimes sexuais do prefeito corriam risco de vida e que, mesmo afastado, Adail comandava a prefeitura e usava a máquina para atrapalhar as investigações.

O pedido foi aditado e no dia 30 de junho de 2014 reapresentado pelo MP-AM. No dia 7 de outubro, o pedido foi negado novamente. Dessa vez, os desembargadores afirmaram que não foram apresentadas provas suficientes para justificar a intervenção. O Ministério Publico recorreu, mas o pedido foi rejeitado novamente no dia 9 de dezembro.

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