Publicidade
Cotidiano
Notícias

Jovem envolvido em latrocínio de empresário em Coari é preso pela Polícia Civil em Manaus

Além de Kaike Batista, outros quatro adolescentes estão envovildos no crime. Dois deles, de 16 e 17 anos, já foram identificados, mas ainda não foram apreendidos 27/02/2016 às 11:58
Show 1
Homem foi preso com arma em Coari
Kelly Melo Manaus - AM

Policiais civis de Coari e do Grupo Fera prenderam, em Manaus, Kaike Ferreira Batista, 18,  um dos envolvidos no latrocínio do empresário Júlio Rocha de Souza, 79, ocorrido em janeiro, no município de Coari (a 363 quilômetros da capital). Segundo a polícia, na época, Kaike e outros quatro adolescentes queriam roubar R$ 15 mil, que supostamente estaria na casa do  comerciante.

O delegado de Coari, Mauro Duarte, explicou que Kaike  foi preso na quadra da escola estadual Arthur Virgílio Filho, no bairro Santa Etelvina, na Zona Norte, na tarde desta sexta-feira. O suspeito confessou e contou detalhes do crime, que ajudaram a identificar mais um dos adolescentes também envolvido no latrocínio. Um outro adolescente também já foi identificado, mas ainda falta a polícia chegar a outros dois adolescentes.


Segundo Duarte, embora testemunhas afirmem que ele tenha sido o autor dos disparos contra o comerciante, Kaike nega. “Nós vamos representar pela apreensão dos dois adolescentes, de 16 e 17 anos, e vamos trabalhar para identificar os outros dois menores que participaram desse latrocínio”, afirmou o delegado.

O caso

Na época do crime, o empresário Júlio Rocha e a esposa, estavam jantando quando os cinco  suspeitos invadiram a casa do casal e exigiam que eles entregassem o dinheiro, que estaria escondido. O empresário tentou reagir, usando um terçado, mas um dos criminosos atirou nele com uma espingarda de cano serrado. Júlio morreu na hora.

No dia, a Polícia Militar chegou a prender um homem identificado como Marcelo de Souza Lira, 19, que foi reconhecido pelo motorista da família de Julio e chegou a ser autuado. “Ele permaneceu preso porque a testemunha que estava na casa na hora do crime o reconheceu. Não foi um reconhecimento muito convincente, pois todos os autores do fato estavam com os rostos cobertos. Agora, vamos  informar a situação o mais breve possível ao juiz da comarca”, explicou o delegado. 

Publicidade
Publicidade