Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
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Justiça determina que 60% dos ônibus operem nesta quinta-feira

O pedido de antecipação de liminar foi feito pelo Sinetram na noite de terça-feira (9). A multa, em caso de descumprimento, é de R$ 50 mil por hora.



1.jpg Em algumas paradas era possível perceber a aglomeração de trabalhadores que esperavam o coletivo, enquanto os veículos ficaram parados no pátio da empresa
10/07/2013 às 19:51

A desembargadora federal plantonista do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Valdenyra Farias Thomé, determinou na tarde desta quarta-feira (10) que o Sindicato dos Rodoviários mantenha 60% da frota do transporte coletivo em atividade nesta quinta-feira (11).

A decisão foi tomada depois que o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), entrou com uma ação para impedir que a paralisação cause transtornos aos usuários do transporte coletivo de Manaus.

“Como forma de evitar prejuízos a população manauara que depende do transporte público para cumprir suas obrigações e necessidades diárias, e ainda acompanhando o que ordinariamente se decide em casos como este, que analiso, determino ao Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM) que mantenha 60% dos trabalhadores em atividade, em escala de rodízio, de forma que todos possam participar da atividade”, assinala a desembargadora, em despacho publicado na tarde desta quarta-feira, 10.

O pedido de antecipação de liminar foi enviado ao TRT na noite de terça-feira (9) e o Sinetram pedia que ao menos 70% da frota pudesse circular, enquanto os rodoviários queriam apenas 30% dos ônibus nas ruas.

“Nossa preocupação era com a população, pois ela não merece ser prejudicada com uma possível paralisação. Queremos evitar qualquer tipo de prejuízo aos nossos usuários, por isso entramos com essa medida e conseguimos o tal percentual de coletivos amanhã nas ruas”, informou o assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges.

Em caso de descumprimento da liminar, a desembargadora estipulou multa no valor de R$ 50 mil por hora de paralisação, que deverão ser pagos pelo sindicato dos rodoviários.

Sindicato

O presidente do sindicato dos rodoviários, Givancir de Oliveira informou que ainda não recebeu a decisão judicial da juíza, mas que irá acatar a liminar.

 

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