Publicidade
Cotidiano
Notícias

Justiça nega pedido de prisão domiciliar a advogadas presas durante a operação ‘La Muralla’

A OAB-AM entrou com pedido de prisão domiciliar aos advogados presos durante a operação. Para as mulheres, já foi negado da tarde desta quinta-feira (26) 26/11/2015 às 18:16
Show 1
Advogadas foram presas na última sexta-feira (20) durante operação 'La Muralla', da Polícia Federal
alexandre pequeno Manaus (AM)

A Justiça negou o pedido de prisão domiciliar às advogadas Rosângela Amorim da Silva e Lucimar Vidinha Gomes, ambas presas durante a Operação La Muralla, deflagrada na manhã da última sexta-feira (20) pela Polícia Federal para desarticular uma rede de tráfico de drogas. Um dos alvos da operação era a facção criminosa Família do Norte (FDN), grupo envolvido em diversos crimes na capital. O pedido havia sido feito pela comissão de Direitos e Prerrogativas da Ordem de Advogados, seccional Amazonas (OAB-AM).

A detenção de seis advogados estavam entre os 127 mandados de prisão preventiva da operação: Janderson Fernandes Ribeiro, Aldemir da Rocha Silva Júnior, Rosângela Amorim da Silva, Luiz Sérgio Vieiralves Donato Lopes Filho, Lucimar Vidinha Gomes, Luiz Sérgio Vieiralves Donato Lopes Filho foram todos presos na própria sexta (20).

De acordo Christhian Naranjo, presidente da comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-AM, foi solicitado à Justiça dois pedidos de prisão domiciliar aos acusados, um para os homens e outro para as mulheres. A solicitação para as mulheres foi negada na tarde desta quinta-feira (26).

“A juíza entendeu que não há nenhum tipo de constrangimento o fato de elas estarem em uma unidade prisional, o que, obviamente a ordem dos advogados discorda”, afirma. O presidente declarou, ainda, que a OAB-AM vai recorrer da decisão na Justiça Federal.

As advogadas seguem presas no Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF) , enquanto os homens estão no Comando de Policiamento Especial (CPE).

Publicidade
Publicidade