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Cotidiano
LIMINAR

Justiça proíbe que ortopedistas paralisem atendimento em unidades do Estado

Empresa terceirizada não entrou em acordo com o Governo para pagamento de salários atrasados e anunciou movimento, proibido pela Justiça em decisão 25/11/2017 às 19:12 - Atualizado em 25/11/2017 às 19:44
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Hospital João Lúcio foi o único com ortopedistas neste sábado
acritica.com Manaus

Uma decisão da juíza Maria Eunice Torres do Nascimento, tomada pouco depois do meio-dia de hoje, proibiu que os médicos do Instituto de Traumato Ortopedia do Amazonas (ITOAM) paralisem o atendimento nos hospitais públicos do Estado.

A empresa, que presta serviços terceirizados ao Estado, é a responsável por fornecer os ortopedistas que atendem nos hospitais públicos do Amazonas. Nesta sexta-feira pela manhã, dezessete cooperativas de outras especialidades médicas fecharam acordo com o Governo para o parcelamento dos pagamentos atrasados.  À tarde, outras oito fizeram o mesmo acerto, mas o ITOAM não aceitou a proposta.

Na manhã deste sábado, os profissionais ortopedistas atenderam somente no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, nas unidades adulto e infantil. Em todos os outros hospitais, não havia ortopedistas da empresa, como protesto por conta da falta de acordo com o Estado.

O Governo ingressou com um pedido de liminar para suspender os atos de protesto por conta da falta de acordo.  Em sua decisão, a juíza determinou que o instituto "mantenha os serviços profissionais plantonistas nas unidades de saúde do Estado, para atendimento regular da população". Caso a ordem seja descumprida, o ITOAM pode ser multado em R$ 10 mil por dia de paralisação - até o limite de R$ 100 mil.

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