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Cotidiano
SAÚDE

Lipo a laser: técnica menos agressiva e mais eficaz no combate à gordura localizada

Nessa opção o laser coagula vasos pequenos, diminuindo a chance de hematomas no pós-operatório, assim como menos chance de irregularidades e maior estímulo para a produção de colágeno 11/06/2018 às 15:00
Show lipoaspira  o a laser
Reprodução
Mayrlla Motta Manaus (AM)

Conquistar o corpo dos sonhos e ficar livre das “gordurinhas” é um dos desejos mais cobiçados entre as mulheres. Novas técnicas cirúrgicas cada vez mais estão sendo aprimoradas para tornar esse desejo realidade. A lipoaspiração, por exemplo, é realizada há mais de 40 anos e desde então tem sido uma aliada na medicina. O procedimento passou por revitalizações e agora é possível fazê-lo a laser.

De acordo com o cirurgião plástico Pedro Lozano, a lipoaspiração tradicional consiste num procedimento que remove a gordura que fica abaixo da pele. “Ele é feito a fim de melhorar o contorno corporal através de cânulas e aspiração a vácuo.  Toda (o) paciente que tenha gordura localizada e esteja insatisfeito com seu contorno corporal e tenha peso adequado é candidato à lipoaspiração”, aponta o médico. 

Nova técnica

Já na opção menos agressiva, que é a lipo laser, o médico explica que é injetada na gordura localizada uma solução com soro fisiológico, anestésicos e adrenalina, assim como na técnica convencional. 

 “Em seguida é inserida uma fina cânula (2mm) acoplada à uma fibra óptica por onde o laser sai. Como o laser tem afinidade maior a células adiposas e água,  há ‘liquefação’ da gordura. O esforço do cirurgião é menor e há menos lesão de outros tecidos, como vasos e nervos”, esclarece o membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. 

Segundo o especialista, nessa opção o laser coagula vasos pequenos, diminuindo a chance de hematomas no pós-operatorio. “Há menos chance de irregularidades e maior estímulo para a produção de colágeno em relação à técnica tradicional. É um tratamento com maior eficiência nas áreas de flacidez”, complementa. 
contraindicação

Assim como na versão tradicional, o procedimento é contraindicado para pacientes com obesidade mórbida, antecedente de tromboembolismo venoso recidivado, doenças cardíacas, pulmonares e outras doenças sistêmicas graves.

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