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Mãe da menina Grazielly dos Santos afirma que pai despistava as buscas em Autazes

O homem foi preso nesta quarta-feira junto com o irmão e a esposa por suspeitas de participação na morte da criança 24/06/2015 às 21:01
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Tio e pai da menina, respectivamente na foto, foram presos nesta quarta-feira
acritica.com Manaus (AM)

Em entrevista para a TV A Crítica nesta quarta-feira (24), a mãe de Grazielly dos Santos Costa - que foi morta por asfixia, aos nove anos, no município de Autazes - disse que não desconfiava de participação do pai da menina, que foi preso, na morte da filha. Segundo Liziane de Almeida, o homem virou o principal suspeito a partir do momento em que começou a despistar as buscas, as quais ele estava à frente.

"Ele (o pai) se demonstrava muito preocupado, desesperado. Então, em momento algum, a gente não imaginava que ele tava envolvido. Quando ele começou a despistar as buscas, a gente começou a desconfiar. A gente começou a desconfiar que alguém da equipe tava atrapalhando. Então nesse momento o comandante da guarda que ele trabalhava tirou ele do cargo, pois alguém estava atrapalhando. A partir desse momento todas as desconfianças se voltaram pra ele", declarou Liziane de Almeida, na entrevista.

"Ele tava interferindo no momento em que as pessoas queriam ir pro local que ela tava (o local onde foi encontrado o corpo da menina, ele dizia que não, que não estava lá, que naquele local ele já tinha ido e não precisava mais ninguém ir lá. Ele e o irmão falavam que já tinham ido e a menina não havia sido encontrada, e mandava as pessoas pra outro local", contou.

A mulher disse que ainda tinha esperanças que a filha voltasse com vida para casa. "A gente nunca imaginou que alguém pudesse tirar a vida dela, até porque ela era uma criança, não tinha maldade, não fazia mal a ninguém, então eu esperava que a minha filha voltasse pra casa com vida", afirmou.

Motivo

Segundo investigadores do caso, o pai não reconhecia a filha e teve que fazer exame de DNA para ter a paternidade confirmada. Na Justiça, ele foi sentenciado a pagar uma pensão de R$ 100,00. De acordo com as investigações, a madrasta não queria que ele pagasse o valor.


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