Terça-feira, 25 de Junho de 2019
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Mais de 1.200 famílias do AM serão beneficiadas com obras de saneamento

Nesta etapa do projeto, foram investidos R$ 8 milhões na construção de MSDs, fora a contrapartida dos municípios no convênio, que varia de 1% a 5%



1.jpg Os dois projetos estão previstos na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2)
26/11/2013 às 10:54

Dezesseis prefeituras do interior do Amazonas finalizam até o fim deste ano a entrega de 1.280 Módulos Sanitários Domiciliares (MSDs), que são banheiros com infraestrutura padrão que estão sendo construídos nas casas das famílias com recursos da primeira  etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-1) via Fundação Nacional de Saúde do Amazonas (Funasa/AM) em 2012.

Os municípios contemplados com as obras são Carauari, Uarini, Barreirinha, Borba,  Guajará Amaturá, Beruri, Canutama, Careiro, Codajás, Eirunepé, Novo Aripuanã, Tonantins, São Paulo de Olivença, Tapauá e Urucará. Cada um desses municípios recebeu recursos para construir, em média, 80 MSDs, totalizando 1.280 módulos.

MSDs são estruturas compostas de chuveiro, instalação elétrica, banheiro, tanque séptico, sumidouro (poço absorvente), instalações de reservatório domiciliar de água, tanque de lavar roupa, lavatório e pia de cozinha, com adaptações para serem ligadas à rede pública de água e esgoto, quando disponíveis, ou à fossa séptica. Cada local ficará devidamente equipado para garantir higiene aos usuários, preservação ao meio ambiente e prevenção a doenças.

“Em Manaus, esse tipo de obra pode ser considerado normal e até básico em qualquer casa, mas no interior, um banheiro interligado diretamente ao sistema de esgoto com toda essa estrutura é considerado muito importante. Estamos lutando para que todas as famílias possam ter acesso a esse tipo de construção”, disse o o  superintendente da Suest-AM/Funasa, Gedeão Amorim.

Ele ressaltou que a Funasa/AM está aguardando os últimos relatórios das prefeituras para iniciarem a visita de inspeção às obras para em seguida serem liberadas às famílias. “Assim que as obras terminarem, eviaremos nossa equipe para analisar os módulos e, caso todos estajam dentro do padrão, aprová-los e entregá-los às comunidades”, explicou Gedeão.

Nesta etapa do projeto, foram investidos R$ 8 milhões na construção de MSDs, fora a contrapartida dos municípios no convênio, que varia de 1% a 5%. Gedeão Amorim explicou que o levantamento de preços dos materiais utilizados no módulo se dá através de um questionário. “É o que chamamos de inquérito sanitário. Ao todo, um módulo custa entre R$ 7 mil e R$ 8 mil. Com R$ 500 mil, que foi valor repassado para cada município solicitante, é possível fazer de 70 a 80 MSDs. Depende da região”, explicou.

Para agilizar a conclusão das construções nos 11 municípios restantes, ele confirmou a presença de técnicos da Funasa/AM nessas regiões. “Estamos fazendo visitas com técnicos onde as obras ainda não foram encerradas”, ressaltou.

Novo financiamento


Na última sexta-feira, a Funasa/AM encerrou o prazo para as prefeituras com até 50 mil habitantes apresentarem novos projetos de obtenção de recursos para a  construção de Módulos Sanitários Domiciliares  e à instalação de equipamentos para a coleta de resíduos sólidos. Os dois projetos estão previstos na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) .

Nos últimos dois meses, agentes da Funasa/AM visitaram as cidades do interior do Estado para prestar esclarecimentos técnicos sobre os critérios de obtenção dos recursos do PAC 2, além de terem realizado um encontro em Manaus. “Nossa meta é aumentar a adesão dos prefeitos este ano em projetos de saneamento básico e com isso reduzir as deficiências do sistema de esgotamento sanitário no interior”, concluiu Gedeão Amorim.


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