Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
Empregos formais

Mais empregos formais no Amazonas

O saldo positivo de carteiras assinadas chegou a 14.197 postos nos últimos doze meses (julho de 2012 a julho de 2013),  segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)



1.jpg Comércio foi um dos setores da economia que ajudou a elevar o número de empregos formais
22/08/2013 às 07:16

Admissões nos setores de serviços, construção civil, comércio e indústria de transformação “elevaram” o estoque de empregos formais do Amazonas. O saldo positivo de carteiras assinadas chegou a 14.197 postos nos últimos doze meses (julho de 2012 a julho de 2013),  segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado mostra um crescimento de 3,15% em relação ao estoque do mês atual e do mesmo mês do ano anterior.

Para o superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Amazonas, Dermilson Chagas, o crescimento deve continuar nos próximos meses “ o movimento de volta as aulas desse segundo semestre e o reaquecimento da construção civil impulsionaram esse resultado positivo no mês de julho’’, enfatizou.

O desempenho positivo é resultado da geração de 3.335 admissões. Em comparação aos meses anteriores, este foi o maior para o período. O comportamento do mês de julho último decorreu do crescimento do emprego principalmente nos setores dos Serviços (+1.011 postos), da Construção Civil (+864 postos), do Comércio (+721 postos) e da Indústria de Transformação (+613 postos).

Em termos geográficos a expansão foi verificada em praticamente todas as regiões. O Sudeste criou 17.418 empregos (+0,59), seguido do Centro-Oeste com 16.775 postos (+0,22%), do Nordeste com 10.005 postos (+0,16%) e do Norte com 7.765 (+0,43%). A única exceção foi à região Sul, com queda de 500 postos de trabalho (-0,01%).

Média Nacional 

A criação de empregos formais em todo o País no mês de julho é a pior registrada para esse mês desde 2003 - quando a geração de postos de trabalho foi de 57 mil. O resultado mostra um crescimento de 0,10% em relação ao mês anterior, quando foram criados 123.836 postos com carteira de trabalho. “Crescemos menos, mas continuamos gerando empregos. Em 2013 já foram criados 907 mil postos de trabalho, mantendo uma média de 100 mil empregos por mês”, analisou o ministro do Trabalho, Manoel Dias.

O resultado do Caged em julho revela uma queda de 70,9% em relação ao mesmo mês de 2012, quando foram criadas 142.496 vagas. No acumulado do ano, de janeiro a julho, foram criados 907.214 postos formais, pior resultado para o período desde 2009.  “O conjunto da economia está gerando empregos, principalmente no interior do país. Acredito que vamos gerar empregos, pois há investimento na economia do país e nos próximos meses, começam as contratações para o fim do ano”, avaliou o ministro.

Dias acredita que o mercado melhore em razão de investimentos para geração de novos empregos. “O empresariado está investindo. Para o próximo mês, vamos torcer que melhore. A tendência é a recuperação”, completou o ministro.

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