Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019
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Mais uma vítima do sequestro de empresário é ouvida em audiência na 5ª Vara Criminal

A juíza vai ouvir a última vítima, Raimundo Castro Alves, além do delegado da Polícia Civil, Mário Saulo Rodrigues da Costa, nesta sexta-feira (3)



1.jpg Tribunal de Justiça do Amazonas
02/05/2013 às 20:04

Andrea Jane Silva de Medeiros, juíza titular da 5ª vara Criminal da Comarca de Manaus, ouviu, durante audiência de Instrução e Julgamento nesta quinta-feira (2), mais uma vítima do sequestro do empresário Wellington Lins de Albuquerque, ocorrido em 2011: Willas da Silva Oliveira, funcionário de Lins, prestou depoimento.

Nesta sexta-feira (03), a juíza ouvirá a última vítima, Raimundo Castro Alves, além do delegado da Polícia Civil, Mario Saulo Rodrigues da Costa.

A ação trata do sequestro e cárcere privado do empresário e de dois funcionários ocorrido no dia 10 de dezembro de 2011. O empresário Wellington Lins de Albuquerque e a esposa Maria do Carmo Seffair Lins de Albuquerque foram os primeiros a serem ouvidos, no início da semana.

Após ouvir a última vítima e o delegado na sexta, a juíza vai marcar as datas de audiência das testemunhas de acusação e defesa. Somente após encerrar as audiências com vítimas e testemunhas que os acusados passam a ser ouvidos.

O processo, de nº 0266111-11.2011.8.04.0001, já ultrapassou 1,1 mil páginas, e os acusados são: Fabrício da Silva Sales; Amarildo dos Santos Gomes; Hemerson da Silva Brito; Caio Júnior Ferreira Machado; Moacir Teixeira da Silva; Camila Oliveira Falcão; Adriano da Silva; Valdenice Rodrigues de Souza; Fabiana da Silva Sales; Diorgis Luiz da Silva Pereira; Jhone César Tolentino da Silva; Janilson dos Santos Ferreira; Jailson dos Santos Ferreira; Alcino Vaz Matias; Florisnei Bezerra Sales; Dilza Teixeira da Silva; Willian dos Santos Brito; Jackson Pereira Brandão; e Kelli Cativo Mota.

Entenda o caso

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE/AM), Wellington Lins de Albuquerque e os funcionários Willas da Silva Oliveira e Raimundo Castro Alves, teriam sido rendidos na tarde do dia 10 de dezembro de 2011 por cinco homens e pelo adolescente D.O.S., no momento em que chegavam ao sítio do empresário na BR 174 (Manaus - Boa Vista). Os seis acusados estavam portando armas de fogo, segundo o MP.

As vítimas foram levadas ao cativeiro que funcionou em um sítio, localizado no KM 21 do ramal do Pau-Rosa, onde foram mantidas até o recebimento do resgate, de acordo com os autos. A família pagou o valor exigido, de R$ 1 milhão, no dia 12 de dezembro de 2011, e as vítimas foram libertadas nas imediações de um posto de combustível, situado na BR 174, próximo à barreira policial situada na Ponte da Bolívia.

*Com informações da assessoria de imprensa do TJAM

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