Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
DIREITO AMAZÔNICO

Manaus receberá em 2020 simpósio sobre soberania da Amazônia

Escolha da cidade sede do 2º Simpósio de Direito Amazônico ocorreu hoje, no evento inaugural em Belém, onde participantes também elaboraram a Carta da Amazônia, que será divulgada e enviadas às autoridades brasileiras



simposio_42B50965-EC76-47A0-87FA-5CD5DE5CA076.jpeg Evento é promoção conjunta da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas, Instituto Sílvio Meira, Academia Paraense de Letras Jurídicas e Instituto dos Advogados Paraenses
08/11/2019 às 15:04

O 2º Simpósio de Direito Amazônico será realizado em Manaus, em abril de 2020. O local do evento foi definido hoje, durante a primeira edição do evento, em Belém/Pará. O tema central foi "A Amazônia e a cobiça internacional". 

Realizado no auditório Albano Franco, da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), o 1º Simpósio de Direito Amazônico é uma promoção conjunta da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas (ACLJA), Instituto Sílvio Meira (ISM), Academia Paraense de Letras Jurídicas (APLJ) e Instituto dos Advogados Paraenses (IAP).



A ideia do evento, que reúne juristas do Amazonas e do Pará, surgiu de uma conversa entre o vice-presidente da ACLJA Júlio Antonio Lopes e o presidente do Instituto Sílvio Meira (ISM) André Malcher Meira durante o Encontro do Colégio de Academias Jurídicas do Brasil, ocorrido em João Pessoa em setembro deste ano.

"Chegou a hora de mobilizar as forças políticas, sociais e econômicas da região para promover a sua defesa permanente, e, nada melhor, do que começar com um fórum jurídico, que esclareça e fixe as bases, à luz do direito, da soberania brasileira sobre a região, que não pode, não deve e não será relativizada", disse Júlio Lopes.

André Meira, por sua vez, cuja entidade anfitrionou o 1º Simpósio, afirmou: "Trata-se de um conclave de suma importância para o debate salutar sobre os problemas relativos à internacionalização da Amazônia, bem como da sua exploração indevida, ilícita, desordenada e desumana". 

As conclusões do evento foram consolidadas na Carta da Amazônia, que será divulgada e enviadas às autoridades brasileiras, para que elas se subsidie ações concretas na defesa do patrimônio brasileiro. 
 

Troca de homenagens

O encontro foi aberto, pela parte da manhã, pelos juristas Bernardo Cabral, Relator da CF 88 e Adherbal Meira, cada um deles representando, respectivamente, os seus estados de origem. A delegação do Amazonas, além de Bernardo, contou com os juristas Júlio Antonio Lopes, Pedro Lucas Lindoso e Gerfran Carneiro Moreira, os dois primeiros advogados e membros do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA) e, o terceiro, juiz titular do Trabalho do TRT da 11a Região. Todos eles, também, integram a Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas. Júlio Lopes, na ocasião, recebeu o título de sócio honorário do ISM e, por outro lado, o doutor André Meira, recebeu igual distinção da ACLJA. 

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