Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019
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Manaus supera os termos Amazônia e ZFM em números de buscas na internet

Estudo verificou que Manaus superou os termo Amazônia em busca. Já o termo Zona Franca de Manaus, sofre com queda em buscas 2007. O reflexo disso é uma possível diminuição de investimentos na região



1.jpg O estudo estudou também portais de informação do Governo do Estado
27/01/2015 às 17:43

A marca Amazônia por muitas décadas foi o motor que atraía investidores e impulsionava negócios na região, mas um estudo da agência de negócios digitais Investir Amazônia com dados do Google Trends revelou que essa situação mudou. Buscas usando a palavra Manaus superaram as que usam o termo Amazônia. A pesquisa revelou também que pesquisas com a palavra-chave Zona Franca de Manaus caiu consideravelmente, e do ponto de vista econômico, isso pode ser preocupante, uma vez que o desinteresse pode ser sinônimo de menos investimento.

Um dos motivos que justificam essa mudança é a Copa do Mundo, que atraiu o interesse de internautas brasileiros e estrangeiros para a cidade Manaus. Já a palavra Amazônia vem caindo desde de fevereiro de 2007. Já a palavra-chave Zona Franca de Manaus é mais relevante nos motores de busca que Polo Industrial de Manaus e ZFM, mas seu interesse vem caindo ao longo do tempo. Ao final de 2015 será ainda menor devido ao atual quadro político econômico do Brasil.



O professor de economia internacional da Ufam, Mauro Thury, explica que há uma diferença entre os dois termos “As palavras Polo e Zona Franca causam um pouco de confusão e podem gerar um ruído de comunicação. Para o investidor estrangeiro é mais interessante o termo Zona franca pelos benefícios que podem ser oferecidos à empresa, já o termo pólo industrial é mais genérico e fala apenas de uma área que reúne indústrias”.

Para o CEO Business da Investir Amazônia, A consequência dessa queda nas buscas pode resultar em “menos investimentos, menos empresas interessadas em vir para cá, o que significa menos empregos e menos riquezas geradas internamente”, explica o CEO Business da Investir Amazônia Carlos Araujo Melchizedek,  que lida com atração de investimentos e negócios em plataforma digital. Segundo ele, o Estado não tem uma estratégia para consolidar essa marca no crescente universo mundo do mercado mobile.

A agência Investir Amazônia analisou os portais do Governo do Estado utilizando ferramentas como o Similarweb e o Alexia, usados para verificarr o tráfego de internautas pelos sites do mundo, e constatou que não existe uma estratégia global de inserção no mercado do marketing digital global. Um exemplo disso é que a página não possui páginas em inglês, espanhol, mandarim. Outra deficiência é quanto à navegabilidade mobile.

Em dezembro de 2014, o portal registrou 45 mil visitanes que permaneceram, em média, 1min44s. O Nível de Rejeição a conteúdo foi de 69.07%%.Apenas 10.77% dos que visitaram o site o fizeram escrevendo o domínio os outros 70.03%  utilizam motores de busca para acessar a página.

Entre os itens analisados estão: Situações dos sites do Governo do Estado na categoria de sites similares; Visão geral  e tráfego nos últimos seis meses; Análise pelos seis maiores portais de informação (Google, Facebook, Youtube, Geoogle.com, Live.com.,Uol, Yahoo); Estimativa de visitantes;Tempo de permanência, Número de páginas visitadas, Rejeição a conteúdo ou estrutura; Principais formas de procura e acesso; Zona geográfica atingida; Referências de outros sites; Maiores sites indutores de acesso
















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