Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019
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Mandado de segurança do 'Quinteto Fantástico' é adiado por pedido de vista de desembargador

O caso do “Quinteto Fantástico” foi denunciado por A CRÍTICA em 2012, que descobriu a nomeação indevida de cinco candidatos - parente de políticos e autoridades do Amazonas - que assumiram vagas de delegado da Polícia Civil sem serem aprovados no concurso público



1.jpg Desembargador Cláudio Roessing pediu mais tempo para analisar o processo
03/02/2015 às 12:10

Mais uma vez o julgamento sobre o mandado de segurança que revoga a nomeação do “Quinteto Fantástico” foi adiado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). O caso, primeiro da pauta na volta aos trabalhos do órgão, recebeu voto de quatro dos 19 desembargadores do Pleno: Domingos Chalub, Jorge Lins, Djalma Martins e João Abdala Simões, relator do processo, se declararam a favor do grupo. O adiamento foi pedido pelo magistrado Cláudio Roessing, que pediu tempo analisar 150 documentos do processo.

Sob relatoria de Simões, o ajuizamento do processo analisa a demanda da promoção dos cinco delegados de Polícia Civil do Amazonas — o ex-secretário executivo de Inteligência, Thomaz Vasconcellos, o irmão do desembargador Flávio Pascarelli, Herbert Lopes, a sobrinha do deputado federal Silas Câmara, Laura Câmara, e a ex-assessora e o filho do ex-delegado-geral da Polícia Civil Mário César Nunes, Indra Celani Leal e Caio César Nunes —, que assumiram o cargo de forma indevida. Eles não passaram no concurso público realizado em 2009. 




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