Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2020
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Mandante de crime passional, Marcelaine Schumann pode ser condenada a 15 anos de prisão

Se condenada, Marcelaine cumprirá pena em regime fechado por tentativa de homicídio. Ela segue detida no CPD Feminino desde janeiro deste ano



1.jpg Acusada de ser mandante de tentativa de homicídio contra rival, “Elaine” teria pedido auxílio do advogado antes do enfrentar as câmeras da imprensa
28/02/2015 às 10:17

A socialite Marcelaine Santos Schumann, 36, poderá ser condenada a cumprir 15 anos de prisão em regime fechado, caso seja condenada  a pena máxima pelo crime de tentativa de homicídio por motivo torpe contra estudante de direito Denise Almeida da Silva, 34, de acordo informou ontem o juiz da 3ª Vara do Tribunal do Júri Mauro Antony.

Marcelaine é ré presa desde o dia 5 de janeiro e, segundo o juiz, ela será ouvida pela primeira vez em juízo na próxima sexta-feira na fase do processo chamada de audiência de instrução e julgamento que é quando todos os réus e testemunhas de defesa e de acusação são ouvidas. “É nessa fase que sai a decisão se o réu será levado a julgamento ou não”, explicou Antony.



A audiência está marcada para começar às 9h. Serão ouvidos quatro réus,  duas testemunhas de acusação, uma testemunha vítima e duas de defesa. Até ontem a defesa de Marcelaine ainda não havia arrolada nenhuma testemunha de defesa para ela.

Marcelaine está presa desde o dia 5 de janeiro no Centro de Detenção Provisória Feminina, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, (Compaj) Km 8 da BR-174. Ela foi presa por pela Polícia Federal, no aeroporto internacional de Manaus Eduardo Gomes quando retornava de Miami onde passa férias com o marido, o empresário Edmar Costa.

Marcelaine teve a prisão preventiva decretada pelo juiz da 3ª Vara do tribunal do Júri, Mauro Antony por arquitetar a morte da empresária Denise, que foi baleada com um tiro no pescoço  quando saía da academia Cheik Clube, no Centro de Manaus, no dia 12 de novembro. Ela chegou a ser incluída na lista de procurados da Polícia Federal e da Interpol.

De acordo com as investigações da Polícia Civil do Amazonas, Marcelaine contratou pistoleiros e  pagou R$ 7 mil para que executassem o crime. De acordo com as investigações, o crime teve motivação passional. Logo depois do crime a suspeita viajou de férias para Miami onde passou o Natal e o Réveillon. Ainda segundo as investigações Denise e Marcelaine, embora casadas, teriam um relacionamento extra-conjugal com o empresário Marcos Couto. Denise nega o envolvimento com Couto. 



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