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Mandante de crime passional, Marcelaine Schumann pode ser condenada a 15 anos de prisão

Se condenada, Marcelaine cumprirá pena em regime fechado por tentativa de homicídio. Ela segue detida no CPD Feminino desde janeiro deste ano 28/02/2015 às 10:17
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Acusada de ser mandante de tentativa de homicídio contra rival, “Elaine” teria pedido auxílio do advogado antes do enfrentar as câmeras da imprensa
Joana Queiroz Manaus (AM)

A socialite Marcelaine Santos Schumann, 36, poderá ser condenada a cumprir 15 anos de prisão em regime fechado, caso seja condenada  a pena máxima pelo crime de tentativa de homicídio por motivo torpe contra estudante de direito Denise Almeida da Silva, 34, de acordo informou ontem o juiz da 3ª Vara do Tribunal do Júri Mauro Antony.

Marcelaine é ré presa desde o dia 5 de janeiro e, segundo o juiz, ela será ouvida pela primeira vez em juízo na próxima sexta-feira na fase do processo chamada de audiência de instrução e julgamento que é quando todos os réus e testemunhas de defesa e de acusação são ouvidas. “É nessa fase que sai a decisão se o réu será levado a julgamento ou não”, explicou Antony.

A audiência está marcada para começar às 9h. Serão ouvidos quatro réus,  duas testemunhas de acusação, uma testemunha vítima e duas de defesa. Até ontem a defesa de Marcelaine ainda não havia arrolada nenhuma testemunha de defesa para ela.

Marcelaine está presa desde o dia 5 de janeiro no Centro de Detenção Provisória Feminina, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, (Compaj) Km 8 da BR-174. Ela foi presa por pela Polícia Federal, no aeroporto internacional de Manaus Eduardo Gomes quando retornava de Miami onde passa férias com o marido, o empresário Edmar Costa.

Marcelaine teve a prisão preventiva decretada pelo juiz da 3ª Vara do tribunal do Júri, Mauro Antony por arquitetar a morte da empresária Denise, que foi baleada com um tiro no pescoço  quando saía da academia Cheik Clube, no Centro de Manaus, no dia 12 de novembro. Ela chegou a ser incluída na lista de procurados da Polícia Federal e da Interpol.

De acordo com as investigações da Polícia Civil do Amazonas, Marcelaine contratou pistoleiros e  pagou R$ 7 mil para que executassem o crime. De acordo com as investigações, o crime teve motivação passional. Logo depois do crime a suspeita viajou de férias para Miami onde passou o Natal e o Réveillon. Ainda segundo as investigações Denise e Marcelaine, embora casadas, teriam um relacionamento extra-conjugal com o empresário Marcos Couto. Denise nega o envolvimento com Couto. 


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