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Manifestantes realizam 2 ato de protesto em Iranduba

Manifestantes de Iranduba exigem uma audiência com o governador Omar Aziz 09/07/2013 às 14:02
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A passeata saiu da avenida Avenida Solimões, no bairro morada do Sol e passou pelas principais vias da cidade
Bruno Strahm Manaus (AM)

Cerca de 200 pessoas compareceram na segunda manifestação de protesto no município de Iranduba, a 25 quilômetros de Manaus, no fim da tarde desta segunda-feira (8). Entre as pautas de reivindicações, estão a diminuição do preço da tarifa de ônibus, fim do nepotismo na administração municipal, melhora no transporte público e realização de concurso público.

A passeata saiu da avenida Avenida Solimões, no bairro morada do Sol e passou pelas principais vias da cidade até terminar com um ato simbólico na frente da sede da prefeitura, onde foram colados os cartazes dos manifestantes.

Segundo a manifestante Ana Lídia Ferreira, o prefeito não é mais o alvo principal da manifestação. Eles exigem uma audiência com o governador do estado para discutir os problemas da cidade. “O prefeito concordou em tomar providências a médio e longo prazo para a maior parte das reivindicações, mas deu para trás nas coisas mais urgentes, como a realização de concurso público para as vagas atualmente ocupadas por temporários e parentes dele. Não queremos mais dialogar com ele, e sim com o Omar Aziz.

Prefeito se defende

O prefeito Xinaik Medeiros afirma que tentou o diálogo com o grupo de manifestantes e discutiu todos os pontos referentes ao protesto do dia 26 de junho, mas por intransigência dos mesmos, a reunião não rendeu o esperado. “Iranduba é o município que mais cresce no Amazonas, é normal que haja cobrança do povo. Mas este grupo é formado por um grupo polític0o que faz oposição a mim. São pessoas que perderam a última eleição para os cargos de vereador e prefeito”, comentou Medeiros.

Sobre a realização de concurso público para vagas na administração municipal o prefeito afirmou que sua equipe de secretários está estudando o assunto. “Mas é complicado, a lei da responsabilidade fiscal torna tudo bastante oneroso”, disse.

Questionado se ainda mantêm parentes em cargos públicos como foi acusado pelos manifestantes, o prefeito afirmou que não, sem se estender sobre o assunto.

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