Domingo, 18 de Abril de 2021
DESISTÊNCIA

Mayara Pinheiro (PP) desiste de fazer parte da CPI da Saúde: ‘Abro mão’

Decisão da deputada acontece após diversos problemas envolvendo a formação dos membros da comissão, entre eles, várias suspensões judiciais



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23/06/2020 às 11:45

A deputada estadual Mayara Pinheiro (PP) disse durante sessão plenária virtual da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) desta terça-feira (23) que “abre mão” da indicação do Partido Progressista para fazer parte da Comissão  Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde por entender que “a indicação perdeu o objeto”.

“Não tenho mais interesse de participar da CPI enquanto membro titular. Agradeço muito a indicação do partido progressistas. Eu, enquanto, indicada abro mão de fazer parte da CPI”, disse.



Se a Justiça determinar o reexame da composição, Belarmino Lins, líder da sigla, adiantou que indicará o vice-líder do PP, deputado Álvaro Campêlo. Os Progressistas têm três deputados na ALE-AM. 

A deputada Mayara foi indicada por Belarmino Lins, pelo fato de presidir a comissão permanente de saúde do Legislativo Estadual.

Mayara esclareceu que o mandado de segurança foi impetrado pelos Progressistas “no princípio, antes mesmo que os trabalhos da CPI de fato se iniciasse.”

Em nova decisão proferida nesta quarta-feira (17), a juíza do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), Onilza Abreu Gerth, suspendeu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, atendendo um mandado de segurança de deputados do Progressistas, Belarmino Lins, Mayara Pinheiro e Álvaro Campelo, que apontaram irregularidades na escolha dos membros da CPI.

Neste fim de semana, o Partido Progressista no Amazonas reagiu com indignação diante de montagens e notícias falsas, envolvendo membros do partido, que supostamente seriam contra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a saúde, ou que teriam a intenção de acabar com a apuração.

Sem citar nome de deputados, Mayara se referiu à colegas que supostamente teriam “potencializado notícias erradas” e afirmou que “a gente já conseguiu rastrear de quais gabinetes saíram”. A deputada prometeu responsabilizar as pessoas que estariam envolvidas no disparo de “fake news”.

No mandado de segurança, os Progressistas (PP) questionam a retirada da deputada Mayara Pinheiro, presidente da Comissão permanente de Saúde da Casa, que pelo fato de ser jovem, não foi escolhida por Josué.

Antes de judicializar, o partido recorreu administrativamente e protocolou um requerimento pedindo reexame da composição da CPI, que não foi acatado pelo presidente da ALE-AM, Josué Neto.


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