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Membro de quadrilha que assaltou banco Itaú na Compensa é preso no interior do AM

“Bombado”, como é conhecido, foi capturado em comunidade rural de Canutama. Com a prisão do foragido, a polícia acredita que tenha capturado todos do bando e solucionado o crime elaborado pela quadrilha 08/11/2014 às 15:52
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"Bombado" foi preso quando tentava se esconder em uma comunidade da zona rural de Lábrea.
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Policiais do município de Lábrea (município distante 610 quilômetros de Manaus) prenderam, neste sábado (8), o que acreditam ser o último integrante da quadrilha que assaltou o banco Itaú do bairro Compensa, na Zona Oeste de Manaus, crime ocorrido no último dia 15 de setembro. Na ocasião, em uma ação considerada ousada, seis assaltantes fortemente armados fecharam uma das vias mais movimentadas da capital com dois ônibus e levaram R$ 680 mil da agência. Cinco deles já haviam sido presos ainda em outubro.

Lailton Monteiro de Oliveira, também conhecido como "Bombado", foi capturado em uma ação de policiais de Lábrea, comandados pelo tenente Laurenio, que chegou até o suspeito por meio de denúncia anônima. O foragido chegou ao município na tarde da última quinta-feira (6) em uma embarcação vinda de Manaus. O serviço de inteligência da PM obteve informações e prendeu o assaltante, que estava escondido em uma comunidade rural do interior do Estado.


Com o preso, foram encontradas uma arma e drogas. Com a prisão de Bombado, a polícia acredita ter prendido toda a quadrilha - no dia 30 de outubro, outros cinco membros do bando já haviam sido capturados. Na ocasião do assalto, o grupo fechou um trecho a avenida Brasil entre as ruas São Pedro e Natal, onde fica localizado a agência bancária, com dois ônibus e cometeram o roubo.

Foram levados R$ 680 mil do Itaú numa ação considerada cinematográfica. Fortemente armados com metralhadoras e fuzis, o bando encapuzados e trajando fardamento militar, os suspeitos se evadiram do local em uma picape que os esperavam na frente da agência. Depois de quebrar a vidraça com marretas, os bandidos fizeram os funcionários e seguranças de reféns durante o crime.

O malote de dinheiro que o grupo levou, com R$ 680 mil em espécie, não foi recuperado até agora. Em depoimento na delegacia, a quadrilha confessou que havia gastado a maior parte do dinheiro com o pagamento de dívidas, festas e com a compra de drogas.

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