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Militantes islâmicos atacam universidade no Quênia e pelo menos ficam 14 mortos

Estudantes cristãos foram feitos reféns. O grupo somali Al Shabaab, que tem ligação com a Al Qaeda, assumiu a autoria dos ataques 02/04/2015 às 08:42
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Ataque de militantes islâmicos deixou 14 mortos
Drazen Jorgic (Reuters) Nairóbi

Pelo menos 14 pessoas teriam morrido nesta quinta-feira em um ataque de militantes islâmico a uma universidade perto da fronteira do Quênia com a Somália, fazendo estudantes cristãos de reféns e enfrentando as forças de segurança por várias horas.

Policiais e militares cercaram e isolaram a Universidade Garissa e estavam tentando expulsar os agressores armados, afirmou em comunicado o chefe da polícia do Quênia, Joseph Boinet.

O grupo militantes somali Al Shabaab, que tem ligação com a Al Qaeda, assumiu a autoria do ataque realizado antes do amanhecer e disse que mantinha vários reféns cristãos.

"Nós separamos as pessoas e liberamos os muçulmanos", disse à Reuters o xeique Abdiasis Abu Musab, porta-voz das operações militares do Al Shabaab. "Continua o combate dentro da universidade".

De acordo com o chefe de polícia Boinet, os agressores atiraram "indiscriminadamente dentro do complexo universitário". Um policial no local do ataque disse que pelo menos 14 pessoas morreram, enquanto a Cruz Vermelha disse que 50 estudantes foram libertados.

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