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Ministério da Saúde planeja distribuir repelentes para grávidas até fevereiro

Ainda não há previsão para início da distribuição. Objetivo é tentar conter os casos de microcefalia associados ao vírus Zika, transmitido pelo mosquito Aedes 15/12/2015 às 16:15
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Além do vírus Zika, o mosquito também transmite dengue e febre chikungunya
Paula Laboissière (Agência Brasil) ---

O governo brasileiro ainda não tem uma previsão para dar início à distribuição de repelentes para grávidas, na tentativa de conter os casos de microcefalia associados ao vírus Zika. A expectativa é que a iniciativa comece até fevereiro.

"Ainda não temos estimativa, mas todo esforço vai ser feito para que nós comecemos a distribuir [os repelentes] antes do período em que costuma haver a ascensão da curva de infestação do Aedes aegypti", disse o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do ministério, Cláudio Maierovitch.

Durante coletiva de imprensa, Maierovitch explicou que este é o período em que o Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença, atinge seu pico de proliferação. Além do vírus Zika, o mosquito também transmite dengue e febre chikungunya.

Maierovitch disse ainda que fabricantes de repelentes e representantes do ministério devem se reunir amanhã (15) para tratar de temas como a possibilidade de atender a demanda no país e o prazo para que isso aconteça.

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