Quarta-feira, 01 de Abril de 2020
Saúde

Ministro da Saúde diz que pílula do câncer só será distribuída se Anvisa comprovar efeito

Caso o resultado dos estudos sobre os efeitos da fosfoetanolamina não comprovarem sua eficácia, a droga não será distribuída pelo SUS, mesmo estando liberada por projeto de lei



iqsc_fosfoetanolamina_437-15_foto-cecc3adlia-bastos-07.jpg (Foto: Agência Brasil)

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que, caso o resultado dos estudos sobre os efeitos da fosfoetanolamina, a pílula do câncer, não comprovarem sua eficácia, a droga não será incluída na Relação Nacional de Medicamentos (Rename) e não será distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo estando liberada por projeto de lei.

A afirmação foi dada durante visita à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). “A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está fazendo os estudos. Pedi agilidade à Anvisa não só nesse caso, mas em vários outros nos quais precisamos rapidamente aprovar medicamentos novos e princípios ativos. A Anvisa precisa nos garantir mais agilidade, com segurança e proteção ao consumidor”, disse Barros.



O secretário estadual de Saúde, David Uip, informou que, assim que o laboratório responsável por produzir a fosfoetanolamina entregar o material, o governo paulista encapsulará rapidamente a droga e em prazo de seis meses já haverá resultados.

“É a primeira pesquisa que há e daqui a pouquíssimo tempo teremos os resultados definitivos”. Uip declarou ainda que deve ter reuniões com o ministro quarta (18) e quinta-feira (19).


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