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Cotidiano
Por estudante

Mostra de Games apresenta jogos eletrônicos desenvolvidos por estudantes no AM

Cientistas juniores de oito escolas públicas do Estado desenvolveram jogos eletrônicos que estão sendo expostos até quinta-feira (14) na Escola Estadual Petrônio Portella, em Manaus 13/07/2016 às 14:45 - Atualizado em 13/07/2016 às 14:46
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A 2ª Mostra de Games fica aberta até esta quinta-feira (14) (Foto: Divulgação)
acritica.com

Trinta e três cientistas juniores de oito escolas públicas do Amazonas desenvolveram jogos eletrônicos que estão sendo expostos na 2ª Mostra de Games, que acontece até esta quinta-feira (14) na Escola Estadual Senador Petrônio Portella, no bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste de Manaus.

O grupo participa do Programa Estratégico de Indução à Formação de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação (RH-TI), desenvolvido pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Com uma programação variada, a 2ª Mostra de Games conta com palestras, minicursos, uso de games e campeonato. No total, oito jogos voltados para diversas temáticas, entre elas, ambiental e assistiva, foram desenvolvidos pelos cientistas juniores.

A palestra “História dos Videogames” ministrada pelo cientista júnior, Gabriel Andrade, falou sobre a criação do primeiro videogame até as mais recentes gerações do aparelho. “O apoio da Fapeam é importante. As pessoas não têm essa visão da computação e a importância da tecnologia. Esse programa ajuda as pessoas entenderem que a área de tecnologia da informação não é tão difícil, e que qualquer pessoa pode seguir” explicou Gabriel.

Linhas de pesquisa

Os estudantes trabalharam com duas linhas de pesquisa.  De acordo com a coordenadora do Programa RH-TI, Rosângela Torres, uma na área de tecnologia assistiva e outra com os jogos competitivos, semelhantes com o que são comercializados no mercado de games.

“Estamos apresentado os resultados de todo um trabalho comprometido com a escola pública. Pretendemos mostrar o desempenho dos alunos que evidencia todo um processo que vai desde apropriação da linguagem até a construção de um aplicativo e software de um game. Tudo foi orientado pelos professores”, disse a coordenadora do RH-TI.

O professor de informática, Júlio Coelho, disse que a atividade funciona como um exercício para os estudantes. A ideia é lançada e eles começam a dar vida e corpo ao desafio, explicou.

Para o estudante, Robson James, do 3º ano da Escola Estadual Cid Cabral da Silva, localizada no bairro Cidade Nova 2, zona norte de Manaus, que participa do programa, um dos pontos positivos do projeto é que os alunos são tratados como profissionais.

“Criamos jogos em 3D nesse projeto. O professor deu lógica de programação e ensinou o básico das plataformas, nós como profissionais, sendo tratados assim, desenvolvemos os jogos. Foi muito legal para mim, pois para a área que eu quero seguir, só vem acrescentar para minha carreira”, finalizou James.

*Com informações da assessoria de imprensa

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