Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019
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Movimento grevista dos servidores federais ganhará novas adesões no Amazonas

Sindicato mobiliza demais servidores federais a também paralisarem



1.jpg O movimento é nacional e a base do Sindsep-AM definiu, em Brasília, que servidores do Amazonas que trabalham no Ministério da Agricultura, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e na Previdência Social precisam aderir a greve.
20/07/2012 às 07:54

Servidores federais de pelo menos oito entidades estão de braços cruzados no Amazonas desde junho. O movimento é nacional e, nesta quinta-feira (19), a base do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Amazonas (Sindsep-AM) definiu, em Brasília, que servidores do Amazonas que trabalham no Ministério da Agricultura, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e na Previdência Social precisam aderir a greve.

“Não estamos em uma luta sozinhos e temos que unir forças, como fizemos com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Os servidores das entidades citadas têm motivos para engrossar a greve conosco”, afirmou o diretor-executivo do Sindsep-AM, Walter Matos.



De acordo com ele, ontem o Governo Federal ficou de apresentar uma proposta aos servidores, mas nada foi tratado e o Ministério do Planejamento se comprometeu em apresentar uma resposta dia 31 de julho.

Rejeição
Nesta quinta (19) também, os professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) recusaram a proposta de carreira proposta pelo Governo Federal e agendam para a próxima semana o movimento denominado como “aula pública”.

“Vamos convidar a imprensa e a população para desmistificar a proposta federal de 40% de reajuste salarial, na verdade, propõe um aumento sob as gratificações que é aplicado no salário base no momento em que o professor se aposenta”, explicou o presidente dos professores da Ufam, Antônio Oliveira Neto.

Os auditores fiscais da Receita Federal aguardam também uma proposta Federal. E já anunciaram que se não houver acordo entrarão em greve geral a partir de 1º de agosto.

A greve dos auditores da Receita impacta diretamente o comércio e a indústria. Lojistas temem quando a greve geral por conta do Dia dos Pais. E empresas pararam linhas de produção por falta de insumos.

 


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