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Movimento #VaiPorMim tenta sensibilizar sociedade sobre o câncer de intestino

Se descoberto precocemente, pode ser curável, mas infelizmente como muitos pacientes são diagnosticados tardiamente, a doença ainda é fatal em 43% dos casos 25/09/2015 às 15:54
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O Movimento convida a população a gravar um vídeo incentivando aqueles que amam a cuidar da saúde
acritica.com ---

Terceiro tipo mais frequente em homens e o segundo em mulheres no Brasil, o câncer de intestino acomete mais de 32.000 pessoas todos os anos. Se descoberto precocemente, pode ser curável, mas infelizmente como muitos pacientes são diagnosticados tardiamente, a doença ainda é fatal em 43% dos casos.

Por conta disso, a Associação Brasileira de Prevenção ao Câncer de Intestino – ABRAPRECI apoia o Movimento #VaiPorMim, que tem o  objetivo de sensibilizar a sociedade para a seriedade do câncer de intestino, engajando a família na prevenção e diagnóstico precoce.

Trata-se de uma iniciativa da Johnson & Johnson Medical Brasil e Roche, com apoio da ABRAPRECI, Sociedade Brasileira de Coloproctologia e NewContent. Focada nas mídias digitais, #VaiPorMim aborda o tema de forma simples e interativa, com histórias reais de famílias que passaram pelo câncer de intestino.

O Movimento convida a população a gravar um vídeo incentivando aqueles que amam a cuidar da saúde fazendo exames preventivos e buscando o diagnóstico precoce.

Prevenção

A prevenção deve aliar os exames diagnósticos de rotina à alimentação saudável. Para esse tipo de câncer, uma dieta rica em alimentos de origem vegetal é um fator que inibe o desenvolvimento.

De acordo com os especialistas, o consumo exagerado de carne vermelha e bebida alcoólica, baixa ingestão de cálcio, obesidade e falta de exercícios físicos são alguns dos fatores que aumentam o risco de desenvolvimento dessa doença.

Diagnóstico e tratamento

Geralmente os tumores do intestino começam por pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. Ao realizar um exame preventivo - como a colonoscopia, e identificar esses pólipos, o médico pode fazer a remoção antes deles se tornarem malignos e, futuramente, se espalharem para outros órgãos.

Alguns sintomas podem alertar o paciente de uma anormalidade no intestino. “É preciso ficar atento a qualquer mudança no hábito intestinal, incluindo diarreia, constipação ou uma alteração na consistência das fezes; sangramento retal ou sangue nas fezes; desconforto abdominal persistente, como cólicas, dor ou gases; sensação de que o intestino não se esvazia completamente; fraqueza ou fadiga e perda de peso sem explicação”, alerta o Dr. Ronaldo Salles, médico proctologista e presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, entre 2014 e 2015.

De acordo com o especialista, o tratamento para o câncer colorretal pode ser feito por meio de cirurgia em conjunto com outras terapias. “No caso da cirurgia, é retirada parte do intestino em que está localizado o tumor, assim como os linfonodos ou gânglios linfáticos. É por meio da análise desses gânglios que fazemos o estadiamento do câncer”, explica Dr. Salles. Os tratamentos associados a cirurgias variam para cada paciente, são eles:

Quimioterapia

É o tratamento medicamentoso que combate as células cancerígenas e pode ser feito antes do tratamento cirúrgico e após a cirurgia de acordo com o resultado da biópsia.

Radioterapia

São radiações direcionadas nas células tumorais que tem por objetivo destruí-las ou limitar seu crescimento. É utilizado em tumores no reto e em alguns casos de intestino

Terapia-alvo

Quando a doença está em fase metastática, os tratamentos mais inovadores envolvem a combinação de quimioterapia clássica com medicamentos-alvo direcionados. Esses medicamentos direcionam o tratamento para as células infectadas, considerando a necessidades e características específicas dos pacientes.

Mais informações sobre a campanha você encontra no site http://movimentovaipormim.com.br/ .

*Com informações da assessoria de comunicação. 


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