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Cotidiano
EM MANACAPURU

Mudança de cor e mau cheiro em lago é fenômeno natural, diz secretário

Segundo o titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o excesso de chuva na região pode ter provocado o problema no Miriti, em Manacapuru 24/03/2017 às 16:44 - Atualizado em 24/03/2017 às 17:09
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As equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente continuarão "vasculhando" o Miriti (Foto: Euzivaldo Queiroz)
Silane Souza Manacapuru (AM)

As primeiras investigações para identificar as causas da mudança de cor e mau cheiro das águas do rio Miriti, em Manacapuru, a 68 quilômetros de Manaus, apontam para um fenômeno natural. A informação é do secretário Municipal de Meio Ambiente, Sandro Augusto Santos. De acordo com ele,  o excesso de chuva na região pode ter provocado o problema.  

"Temos duas equipes percorrendo toda a extensão do Miriti e o que está sendo observado é que é um fenômeno natural causado pelo excesso de chuva. O grande volume de água tem provocado erosões e levado o barro dessas erosões e também de vários ramais para dentro do rio", afirmou o secretário. "Até agora não encontramos nenhum crime ambiental",  acrescentou.  

Sandro enfatizou que a água do rio normalizou, porém, mesmo assim,  as equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente continuarão "vasculhando" a região atrás de novas evidências. "O rio é muito extenso, vamos levar entre quatro e cinco dias para percorrê-lo todo para saber se houve ou não algum crime ambiental", disse.  

Quanto ao mau cheiro, presenciado pelos moradores da área, o secretário disse que as equipes de fiscalização não encontraram nada que justificassem o fenômeno e nem sentiram nenhum odor no percurso percorrido. "Vistoriamos algumas obras que ficam nas proximidades, mas não encontramos nada fora do normal". 

Na tarde desta sexta-feira (24), vários moradores de Manacapuru foram ao balneário do rio Miriti para se refrescar. A mudança de cor da água não era mais visível e os frequentadores não se importaram com o que aconteceu. "Isso é normal, sempre acontece quando dar enxurrada. E como a água é corrente, rapidamente volta ao normal de novo", disse o aposentado João Pereira Júnior. 

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