Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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TELEFONIA FIXA

Mudança na forma de usar celular obriga operadoras a se adaptar aos novos tempos

Estudo elaborado pela especialista de consumo Kantar Worldpanel aponta que os planos pós-pagos e controle tiveram alta, respectivamente, de 18% e 11% no ano passado


01/05/2016 às 13:20

A necessidade de pacotes de dados móveis mais abrangentes tem provocado um fenômeno singular no mundo da telefonia: a diminuição no número de celulares pré-pagos e aumento dos planos de “linha” ou controle. De 2014 para 2015,  a quantidade de contratos pré-pagos caiu 2,2%. Nesse cenário, operadoras tem buscado se adequar à nova realidade em que a ligação não é mais a forma preferida de comunicação.

Estudo elaborado pela especialista de consumo Kantar Worldpanel aponta que os planos pós-pagos e controle tiveram alta, respectivamente, de 18% e 11% no ano passado. As porcentagens vão de encontro com os valores apresentados pela empresa de consultoria Teleco. De acordo com o grupo, em março de 2015, o Brasil tinha 213 milhões de aparelhos pré-pagos, mas um ano depois, o número diminuiu para 184 milhões.

Conforme o estudo, a retração nos números dos pré-pagos está relacionada à diminuição dos “dual chips”, celulares fabricados para dois chips.

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“Em 2013, 21% das pessoas que faziam uso de telefone móvel possuíam dual chip. Hoje o número caiu para 17%. Além disso, os usos que mais cresceram entre os usuários foram os que demandam mais dados, nem sempre bem atendidos pelos planos pré-pagos”, disse a Kantar. A Kantar Worldpanel também mostra que as práticas que mais cresceram no último ano foram a navegação de Internet (24%), serviços de mensagem instantâneas (28%), busca na Internet (29%) e uso de redes sociais (27%).

Menos chips

A perda do interesse do consumidor em possuir  chips de prestadoras distintas é tida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como o principal motivo para a queda dos pré-pagos. O órgão ainda atribui a redução de preços cobrados no tráfego para a mudança nos números, e consequentemente a migração  de consumidores defendida pela Kantar.

Ainda de acordo com a Anatel, até 2019 a redução do valor médio de uso móvel deve chegar a R$ 0,02, o que corresponde a uma queda de 90%. “Esta redução de preços de interconexão se reflete nos preços dos serviços de telefonia ofertados pelas empresas ao consumidor, pois gera, consequentemente, aumento na competição”.

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