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Cotidiano
ECONOMIA

No AM, exportações tem aumento de 25% no primeiro semestre de 2018

No Amazonas, os números são promissores em relação ao mesmo período do ano passado, e apontam um crescimento de 25% nas exportações 16/08/2018 às 10:50
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(Foto: Divulgação/Assessoria)
acritica.com

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) divulgou os dados da balança comercial com os resultados do primeiro semestre (janeiro – junho) de 2018. No Amazonas, os números são promissores em relação ao mesmo período do ano passado, e apontam um crescimento de 25% nas exportações.

O hanking dos produtos que tiveram maior crescimento foram: os minérios (nióbio e tântalo) com 127%, os aparelhos de barbear não elétricos com 104% e as motocicletas com 60%. Os principais países de destino desses produtos são a Argentina e a Colômbia, que representaram mais de 50% das exportações do Estado.

Para o especialista em economia e gerente do Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM), Marcelo Lima, o aumento nas exportações do Estado significa que a economia está ficando mais dinâmica e diversificada. “Para crescer e ampliar os negócios, nossas empresas precisam buscar o caminho do comércio exterior”, aponta Marcelo.

Negócios internacionais

Ainda de acordo com o economista, o Brasil possui um grande mercado interno o que, sem dúvida, representa uma oportunidade e uma situação cômoda para muitas empresas, que preferem priorizar o mercado doméstico e não chegam a se interessar seriamente pelas exportações.

“Entretanto, mesmo neste cenário, cada vez mais, os empresários brasileiros começam a considerar as exportações como uma decisão estratégica importante para suas empresas e para o desenvolvimento de seus negócios. Aqui no CIN-AM nós incentivamos e orientamos os micros, pequenos e médios empresários do Estado a exportarem sim os seus produtos”, garante Lima.

Ele acredita que com capacitação e orientações necessárias a empresa percebe que, ao exportar, adquire um diferencial de qualidade e competência, pois precisa adequar seus produtos aos padrões do mercado externo, precisa gerenciar condições que não ocorriam anteriormente e obtém ganhos de competitividade.

“A empresa que passa a exportar de forma sustentável, geralmente, obtém melhoria da sua imagem com fornecedores, bancos e clientes e isso se reflete, também, em suas operações no mercado interno”, realça Marcelo Lima.

Capacitação

Em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) organiza através do seu Centro Internacional de Negócios, um circuito de capacitação, que tem como foco sensibilizar empresários sobre entraves ao produto brasileiro no exterior. A ação acontecerá nas cinco regiões do Brasil e deve acontecer em Manaus, em outubro.

Os participantes também terão acesso ao Manual de Barreiras, elaborado pela CNI. Em seguida, é a vez do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) explicar o Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras (SEM Barreiras) do Governo Federal e como as empresas podem solicitar, por meio do sistema, o apoio do Estado na investigação de possíveis barreiras.

"Micros e pequenas empresas são muito prejudicadas pelas barreiras, pois têm menos recursos para identificar e lidar com esses entraves. A sensibilização do empresário e atuação do setor privado junto ao governo é fundamental para que o Brasil tenha melhores condições de negociar a remoção das barreiras ao produto nacional", finaliza o gerente do CIN-AM.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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