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Novembro Dourado: campanha visa combater o câncer infantil

Evento criado em 2008 simboliza mês para alertar pais sobre a importância do diagnóstico precoce da doença. Ação é levada no Amazonas pelo Grupo de Apoio a Crianças com Câncer (GACC- AM) 22/11/2014 às 17:02
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No dia de hoje o Brasil inteiro realiza ações de conscientização do Dia Nacional do Combate ao Câncer Infanto-Juvenil
Cynthia Blink ---

Hoje é comemorado o Dia Nacional do Combate ao Câncer Infanto-Juvenil. A doença é atualmente a grande responsável pela morte de crianças entre 5 e 19 anos no Brasil. Felizmente, esse é um quadro que pode ser revertido, já que em mais de 85% dos casos é possível alcançar a cura da doença.

Para marcar o mês de conscientização foi criada a campanha Novembro Dourado, a cor se deve ao fato das crianças “valerem ouro”, conforme a voluntária de mídias sociais do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer (GACC- AM), Samiza Soares.

“O Novembro Dourado foi criado em 2008 e tem o objetivo de mostrar às pessoas que o câncer tem cura se for precocemente diagnósticado. Por isso, é importantíssimo que as pessoas tomem as medidas preventivas e façam os exames para identificar a doença”, explica a voluntária.

Na Web, o GACC-AM lançou a campanha em suas redes sociais do “Desafio Dourado” e convidou seus seguidores a postar looks ou decoração evidenciando a cor. “O que vale é sensibilizar para a data e alertar aos pais que alguns sinais podem ser detectados, sendo assim, é necessário procurar ajuda médica”, diz Jakeliny Bastazini, presidente do GACC-AM.

Entre os sintomas estão: febre, perda de peso, palidez inexplicada, ínguas de crescimento progressivo, dores nos ossos e nas juntas. Os voluntários do GACC também estão entregando panfletos que explicam como identificar que seu filho pode estar sofrendo de câncer, além de mais informações sobre esse mal.

Diagnóstico positivo

“O GACC é um lugar de bastante alegria”. Essa declaração da voluntária que está no projeto há 11 anos pode soar contraditória, entretanto Soares garante que as crianças encaram a doença sem muitos traumas.

“Os pequenos não têm uma noção exata do que está acontecendo, os País sabem da gravidade e se entristecem, mas as crianças não deixam abater e colaboram com o tratamento. Quando os meninos ficam carecas pedem logo os óculos escuros, não sei se é algum personagem que eles gostam, mas fazem questão de adotar o estilo”.

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