Publicidade
Cotidiano
líder do DEM

'O PT sequestrou o Estado brasileiro', diz líder Pauderney em crítica à nomeação de Lula

O deputado pelo Amazonas falou, ainda, que a Comissão Processante do impeachment da presidente Dilma será instalação nesta quinta-feira (17), às 17h. “O Brasil não pode esperar, precisamos por um fim nessa crise", disse 17/03/2016 às 13:39 - Atualizado em 17/03/2016 às 15:05
Show pauderney inserir lula governo primeiro ministro acrima20160315 0008 15
Pauderney avalia que inserir Lula no governo, daria a ele o cargo de “primeiro-ministro” (Divulgação)
ACRITICA.COM BRASÍLIA

O líder do Democratas na Câmara, deputado Pauderney Avelino (AM), criticou a nomeação do ex-presidente Lula como ministro. “Estamos vivendo momentos muito estranhos em nosso país”, ponderou Pauderney. “O governo parece que vive em outro mundo e não ouve que o que a sociedade está nas ruas contra esse absurdo”, argumentou.

“O PT sequestrou o Estado brasileiro”, afirmou. “Não bastasse o roubo nas estatais e toda a corrupção desenfreada, estão usando o poder que têm para fazer estas aberrações”, acrescentou.

No final da manhã desta quinta-feira (17), uma decisão liminar, proferida por um juiz do Distrito Federal, anulou a posse de Lula como ministro. “Ainda que seja uma decisão provisória, mostra que a Justiça funciona neste país e que ninguém está acima da lei”, comentou.

O líder Pauderney também informou que a Comissão Processante do impeachment da presidente Dilma será instalação nesta quinta-feira, às 17h. “O Brasil não pode esperar, precisamos por um fim nessa crise, que se dará com o afastamento da presidente Dilma”, finalizou.

O Democratas será representado pelos deputados Rodrigo Maia (RJ), Mendonça Filho (MF), e Elmar Nascimento (BA), como titulares, além de Moroni Torgan (CE), Henrique Mandetta (MS) e Francisco Floriano (RJ), como suplentes. 

Arthur Neto se esquiva

Perguntado sobre as repercussões dos acontecimentos em Brasília no governo da cidade, o prefeito de Manaus Artur Virgílio Neto (PSDB) botou panos quentes em sua divergência com o ex-presidente Lula.

"O Lula foi tão contra mim na eleição de 2010 que eu espero que ele me dê uma forra agora e seja um bom chefe da Casa Civil para Manaus, apesar de eu ser o prefeito. Minha principal preocupação não é discutir política, é discutir Manaus", declarou.

O político mencionou, inclusive, ter assuntos na Casa Civil, que ele espera conseguir discutir o ex-presidente. "Eu estava resolvendo as pendências com o ministro Jacques Wagner e não tenho o menor problema de conversar com Lula, se ele é ministro, ou qualquer outro. Eu não líder de oposição, eu não sou parlamentar, eu não tenho que ficar batendo boca com ninguém, eu tenho que resolver os problemas da minha cidade e eu preciso de dinheiro", concluiu.

Publicidade
Publicidade