Terça-feira, 25 de Janeiro de 2022
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Ocupação de historiadores negros na imprensa brasileira marca o 20 de Novembro

Historiadores (as) negros (as) ocuparam dezenas de veículos de comunicação de todo o país, seja com artigos de opinião ou contribuindo em matérias



Captura_de_tela_2021-11-22_133520_79AFA427-0D7D-4909-9FCD-2CD0AB77B58D.jpg Foto: Divulgação
22/11/2021 às 13:38

Durante o dia 20 de novembro, data em que se comemora o “Dia da Consciência Negra”, historiadores (as) negros (as) ocuparam dezenas de veículos de comunicação de todo o país, seja com artigos de opinião ou contribuindo para matérias textuais, em áudio e vídeo. Esta participação massiva faz parte da intitulada “Ocupação HN na Imprensa”, idealizada pela Rede de HistoriadorXs NegrXs (RHN).

A ação, de âmbito nacional, visa orientar a reflexão histórica de qualidade na imprensa e assegurar a ampliação da presença da intelectualidade negra em espaços consolidados de debate público.

“Trata-se de uma maneira de celebrar a força que emana das lutas que deram dimensão aos 50 anos do Dia Nacional da Consciência Negra e honrar o legado de gerações que nos antecederam, demandando por narrativas históricas que fizessem justiça à humanidade de pessoas negras de diferentes tempos e lugares”, diz parte do editorial feito pela RHN. 

O movimento para a chamada “Ocupação HN na imprensa” teve início em setembro, com a RHN buscando contato e apoio de jornalistas negros (as) e brancos com compromisso antirracista. O movimento se concretizou e escritores e produções negras ganharam espaço em periódicos e sites de imprensa negra, corporativa, sindical e independente.

Segundo a RHN, a “Ocupação” alcançou as cinco regiões brasileiras, totalizando até o momento 45 títulos inéditos – entre eles o artigo “Conexões Negras”, de autoria do doutor em história Flávio Gomes, que foi publicado no Portal A Crítica e no jorna A Crítica impresso que circulou na mesma data (20/11).

“Sabemos que o ato de escrever para pessoas negras é um ato de insurgência, de marcação de nosso lugar no mundo. (...) Por ora, seguiremos ocupando e resistindo, reverberando os legados de Palmares e de todos os momentos que nos inspiram a lutar por liberdade e cidadania, escrevendo histórias no plural”, finaliza o editorial da RHN.




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