Domingo, 21 de Abril de 2019
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Omar afirma não saber se vai disputar o Senado em 2014

Candidatura do governador Omar Aziz (PSD) não é uma decisão tomada, afirmou ele nesta quarta (18), na posse do novo conselheiro do TCE, Josué Filho


19/12/2013 às 13:19

A menos de quatro meses de decidir se deixa o governo para concorrer nas eleições de 2014 ou se permanece no posto até 31 de dezembro do próximo ano, o governador Omar Aziz (PSD) afirmou, nesta quarta (18) que ainda não decidiu se disputará o Senado nas próximas eleições. A declaração foi dada antes da posse do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM),conselheiro Josué Filho, para o biênio 2014-2015, ato que reuniu autoridades do Executivo, do Judiciário e do Legislativo.

Omar Aziz não descartou a candidatura dele nem da primeira-dama Nejmi Aziz, presidente do diretório municipal de Manaus do PSD. “Não me decidi e eu falo sério. Não brinco com isso. Tenho muitas coisas para colocar em andamento. Sempre digo que não estou fazendo obra para a eleição do ano que vem. Estou fazendo obras que vão ajudar o futuro do Estado do Amazonas. Mas tudo tem o seu momento”, disse o governador.

“Em março, eu tenho que decidir essa questão. Porque eu devo sair nos primeiros... Se eu for candidato, tenho que sair nos primeiros de abril”, disse.

O governador afirmou que existe a possiblidade de Nejmi Aziz concorrer a algum cargo, mas que isso depende legalmente da decisão dele em deixar ou não o Governo do Estado e do desejo da primeira-dama. “Lógico que minha esposa, eu sendo candidato ao Senado, é uma coisa, eu não sendo é outra. Se eu não for candidato a nada, ela não pode ser candidata a nada. Se eu ficar no governo a lei não permite que ela seja candidata a absolutamente nada”, disse. “Mas não vejo por parte dela nenhum grande interesse em ser candidata. Sinceramente, eu conheço bem a mulher que eu tenho e não vejo ela com esses interesses todos. Não é um negócio determinante na vida dela”, completou.

Na avaliação de Omar, o vice-governador, José Melo (Pros), que já anunciou que será candidato, tem chances de ganhar com ou sem o apoio dele. “Ele (José Melo) não está fazendo mal a ninguém. Está tentando se viabilizar e isso é normal”, disse. O governador desconversou quando perguntado sobre qual seria o papel dele como apoiador do candidato à sucessão. “É lógico que o poder de influência de uma liderança é grande, mas não é determinante”, declarou.

Presente na mesma solenidade, o prefeito Artur Neto (PSDB - foto), voltou a afirmar que não será candidato ao governo. Disse que o afastamento de Hissa Abrahão (PPS) da pasta da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) é parte da diretriz da sua gestão. “Quem é candidato sai. Ponto final”, declarou.

Amazonino faz consultoria
Único sem cargo público a compor a mesa na solenidade, a pedido do presidente eleito, o ex-governador Amazonino Mendes (PDT) 0,voltou a afirmar ontem que não concorrerá a nenhum cargo em 2014. Ele disse que atuará como consultor. “Não deixei de ser político. Temos um dever político. O dever político é uma obrigação. Não é direito, é obrigação do cidadão. Esse dever eu vou exercer”, afirmou o ex-governador.

Amazonino disse que mostrará como os políticos podem errar menos. Questionado a respeito de qual seria a candidatura mais acertada declarou:“Isso aí é uma questão que tem que ser discutida internamente nas facções partidárias que estão aí. Não cabe a mim. Eu sou apenas um consultor. Acabei de dizer, sou um consultor. A pessoa me procura e a gente conversa”.

Mais flexibilidade para servidores
“Quero manter o ritmo. Não vou ser amargo, mas também não vou ser mole”, dessa maneira Josué Filho (foto) resumiu ontem o perfil da gestão dele frente ao Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) nos anos de 2014 e 2015. Quando aclamado para dirigir o tribunal, Josué Filho afirmou que seria muito mais pedagógico do que punitivo com os gestores que tiverem atos julgados como irregulares.

O governador Omar Aziz elogiou a postura do conselheiro. “(Ele, Josué Filho) sabe da importância da orientação, muito mais do que da penalização, às vezes”, declarou Omar.

Josué anuciou que reduzirá, nos primeiros 90 dias de sua gestão, a carga horária de trabalho em uma hora. Ele defendeu a flexibilidade no horário de trabalho, como parte da “gestão humana”.

“Mas isso é uma decisão que depende dos 700 funcionários e não só de mim”, indicou. O presidente também considera a “sesta” – descanso após o almoço – importante para um bom desempenho dos funcionários e para a qualidade de vida.

“Temos que pensar em otimizar o tempo de trabalho e de vida. Há de se harmonizar. Não se faz uma coisa sem a outra. Nós, para vivermos, temos que trabalhar, para ganhar o sustento. Mas não precisa se matar de trabalhar”, disse.

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