Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019
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Operação da PF combate fraudes em institutos federais no Amazonas e em Rondônia

A operação 'Martelo' investiga crimes cometidos no âmbito de licitações públicas e a estimativa é de que o valor das fraudes supera o montante de R$ 40 milhões



1.png Polícia Federal realiza operação Martelo em Manaus, Parintins e em Porto Velho(RO)
07/05/2013 às 16:56

Na manhã desta terça-feira (7) a Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas, juntamente com a Controladoria Geral da União e a Secretaria da Receita Federal do Brasil, cumpre mandados na Operação ‘Martelo’, que visa o combate à corrupção e o desvio de erário em vários órgãos, no estado do Amazonas e em Rondônia. Estima-se que os valores das fraudes envolvam licitações e contratos públicos que superam o montante de R$ 40 milhões.

A operação cumpre sete mandados de prisão temporária, 30 mandados de busca e apreensão, 19 mandados de afastamento de servidores públicos de suas funções, 19 mandados de seqüestro de bens móveis, três mandados de seqüestro de bens imóveis, além de outras medidas cautelares previstas nos arts. 319 e 320 do Código de Processo Penal, em decorrência de investigações iniciadas em 2007, no âmbito de inquérito policial que tramita sob segredo de justiça, instaurado para apuração de crimes de corrupção ativa e passiva, fraudes em licitação, peculato, crimes contra a ordem econômica, quadrilha, falsidade ideológica, uso de documento falso, dentre outros.

Dos sete mandados de prisão temporária, seis são em desfavor de empresários e um em desfavor de uma servidora pública.

Entre os institutos federais investigados estão FUNASA, IFAM, UFAM e o IFRO, sendo certo que após a deflagração da Operação, ainda serão ouvidas mais de 60 pessoas, entre investigados e testemunhas.

Os mandados estão sendo cumpridos nos municípios de Manaus e Parintins, no Estado do Amazonas e no município de Porto Velho, no Estado de Rondônia, através de um contingente de aproximadamente 150 policiais, 16 servidores da CGU e 20 servidores da SRFB.

De acordo com a Polícia Federal, o nome da Operação faz referência ao instrumento de trabalho de pregoeiros e leiloeiros, na medida em que a maioria dos crimes objeto da investigação foram cometidos no âmbito de licitações públicas.

Interior

No município de Parintins, agentes federais verificam documentos no Ifam, na Ufam e no prédio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Na Sesai, 10 agentes se encontram desde a noite desta segunda-feira (6).


Leia mais na edição impressa do jornal A Crítica desta quarta-feira (8)



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