Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019
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Operação de combate à poluição sonora apreende oito caixas de som no Centro de Manaus

No total, a ação passou por 25 estabelecimentos situados nas Avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro, e ruas Marechal Deodoro e Henrique Martins



1.jpg Os responsáveis pelos equipamentos deverão procurar a sede da secretaria para apresentar defesa e receberem os autos de interdição
22/07/2015 às 17:54

Uma operação de combate à poluição sonora, realizada na manhã desta quarta-feira (22) no Centro Histórico de Manaus, resultou na apreensão de oito caixas de som utilizadas irregularmente por estabelecimentos comerciais, em desacordo com a legislação ambiental do município (Lei 605/2001).

Todas as caixas apreendidas estavam posicionadas na frente das lojas, algumas em funcionamento e outras desligadas com a aproximação dos fiscais. O trabalho contou com o apoio de policiais militares da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom).



Os responsáveis pelos equipamentos deverão procurar a sede da secretaria para apresentar defesa e receberem os autos de interdição. No total, a ação passou por 25 estabelecimentos situados nas Avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro, e ruas Marechal Deodoro e Henrique Martins.

 “Não foi a primeira nem será a última blitz de fiscalização naquela área. Infelizmente, os comerciantes voltam a cometer a infração mesmo sabendo que estão agindo de forma errada ao manterem equipamentos amplificadores de som na frente de seus estabelecimentos”, afirmou o diretor de Fiscalização (interino) da Semmas, Dalison Neto.

Ao longo dos dois últimos anos foram realizadas diversas blitze na área do Centro Histórico, com a finalidade de sensibilizar os lojistas quanto à necessidade do uso correto do som ambiente no interior de suas lojas, com modulação e posicionamento correto, dentro do limite de 55 decibéis.

Funcionários de algumas lojas e pedestres agradeceram a ação da Prefeitura de Manaus na área. Segundo eles, o problema se acentua aos sábados, causando perturbação a quem passa ou trabalha no local. Dalison Neto informou que o trabalho dos fiscais continuará com a mesma finalidade.

Em um dos estabelecimentos abordados, uma funcionária tentou impedir a ação da secretaria. Dalison Neto lembra que causar embaraço a uma ação de fiscalização é infração muito grave, com multa que pode variar de 251 a 501 Unidades Fiscais do Município (UFM), o equivalente a um valor que vai de R$ 21 mil a R$ 41 mil.

"Os lojistas insistem em utilizar o som voltado para a rua e em volume exagerado, com a ideia equivocada de que dessa forma atraem clientela. Ao contrário, causa desconforto auditivo”, informou.

*Com informações da assessoria de imprensa


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