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Pacto Federativo: Economistas questionam a falta de políticas públicas voltadas à preservação

Para o conselheiro federal do Corecon/AM, Erivaldo Vale, a proposta de desenvolvimento sustentável, assinada pela presidente Dilma, deveria vir acompanhada dos projetos de mobilidade urbana 26/06/2013 às 10:32
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Presidente do Corecon, Erivaldo Vale
acritica.com ---

Economistas do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/AM) questionaram, nesta terça-feira (25), a falta de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável no Pacto Federativo assinado nesta terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff (PT) com governadores e prefeitos.

Para o conselheiro federal do Corecon/AM, Erivaldo Vale, a proposta de desenvolvimento sustentável deveria vir acompanhada dos projetos de mobilidade urbana, ação que vem sendo ignorada pelo governo federal nos últimos 20 anos. “Não apenas Manaus está passando por processos de urbanização desordenados e necessita de um novo padrão de desenvolvimento, mas todas as capitais brasileiras. Muitas vezes o termo sustentabilidade está presente somente nos discursos políticos, mas não é incluída nas ações governamentais”, defende Erivaldo Vale.

Atualmente, o conselho organiza o Congresso Brasileiro de Economia (CBE), que tem como tema “Economia Verde, Desenvolvimento e Mudanças Econômicas Globais” e será realizado, pela primeira vez em Manaus, no período de 4 a 7 de  setembro, no Tropical Hotel. “O evento quer debater uma necessidade urgente do País e é lamentável que a principal líder da nação não tenha atentado para a importância concreta do assunto”, afirmou Erivaldo.

Para o presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon-AM), Marcus Evangelista, a educação e transporte são itens imprescindíveis ao direito da cidadania do povo. Mas, segundo ele, pensar em políticas de governo há longo prazo e não pensar em sustentabilidade. “Isso é idealizar projetos sem a análise devida dos impactos socioambientais”, observou.

Evangelista também defende as manifestações que vêm ocorrendo constantemente na capital reivindicando redução do valor da passagem do transporte coletivo público.

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