Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2021
Soltura

Pai do deputado Saulo Viana deixou a prisão da manhã nesta quinta-feira (26)

Sérgio Rodrigues Viana estava preso no Centro de Detenção Provisória Masculino 2



AC_26_8C0C6DF4-B422-42B3-94E5-840C9B8CFD6B.jpg Foto: Reprodução / Internet
26/11/2020 às 11:57

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) confirmou que um dos alvos da Operação ‘Ponto de Parada’, da Polícia Federal, o empresário Sérgio Rodrigues Vianna, pai do deputado estadual Saullo Vianna (PTB) deixou o Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) 2 nesta quinta-feira (26), em cumprimento a Habeas Corpus julgado procedente pelo desembargador federal Olindo Menezes, do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).

A operação também prendeu outras três pessoas entre elas Jender Lobato, que é presidente do Boi Caprichoso, Hudson Maranhão Duarte, funcionário da Prefeitura de Presidente Figueiredo, e Rosedilce de Souza Dantas.



Os presos ficaram detidos em centros de detenção provisória do complexo prisional instalado no quilômetro 8 da rodovia BR-174. A operação 'Ponte de Partida' foi deflagrada nesta segunda-feira (23) com o auxílio da Controladoria-Geral da União (AGU), e cumpriu quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. O principal alvo da operação é o deputado estadual Saulo Viana.

Saulo está sendo investigado pelos crimes de fraude em licitação, lavagem de dinheiro, associação criminosa, entre outros delitos. Ele não foi preso devido o foro privilegiado. Em dezembro de 2018, Saulo foi preso em uma operação que investigava esquema de corrupção passiva e violação de sigilo funcional com o fornecimento de informação privilegiada de dentro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A Polícia Federal identificou que o grupo investigado realizou saques e movimentações de elevadas quantias em espécie, à margem do Sistema Financeiro, a fim de encobrir os lucros obtidos com a prática criminosa.

De acordo com a Polícia Federal, ficou constatado ainda que a empresa vencedora da licitação em Presidente Figueiredo subcontratou, de maneira integral, os serviços de transporte escolar. Na ocasião, ela recebeu o montante de R$ 12,9 milhões e gerou um superfaturamento por sobrepreço no serviço de, aproximadamente, R$ 4 milhões.


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