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Para membro do CEE, gestão energética é desafio para o Estado

O Conselho Estadual de Energia (CEE) se reuniu esta semana para apresentação de propostas para elaboração da Política Estadual de Energia do Amazonas 17/12/2014 às 15:15
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A política a ser elaborada pelo CEE que deve ser concluída e apresentada no primeiro semestre de 2015
ACRITICA.COM Manaus (AM)

“O problema na geração de energia no Amazonas não é a falta de tecnologia, mas sim a falta de uma política que dê um direcionamento para o setor”. A declaração é do membro do , Rubem Cesar Rodrigues Souza.

O CEE esteve reunido esta semana para apresentação de propostas para elaboração da Política Estadual de Energia do Amazonas, que deve ser concluída e apresentada no primeiro semestre de 2015.

Ele tem como objetivo máximo pautar a agenda de energia a questões ambientais. O desafio de alinhar a demanda energética da sociedade à proteção ambiental, além de impulsionar o desenvolvimento sustentável.

“Para que o Estado avance no setor energético, é necessária a criação da Política Energética do Estado do Amazonas e estamos propondo isso a partir de discussões dentro do CEE”, disse a secretária de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), e também presidente do conselho, Kamila Amaral.

Alternativa

Do ponto de vista ambiental, a SDS tem como foco elaborar um Plano de Estado identificando as fontes de energia interessantes econômica e socialmente para o Amazonas, bem como os meios de serem acessadas e distribuídas. Uma das competências do CEE é o planejamento da produção de energia elétrica de forma a minimizar os impactos ambientais. 

Entre os principais pontos discutidos pelo Conselho Estadual de Energia (CEE)  para a diretriz de política energética do Amazonas estão os direcionamentos das fontes de energia, a fim de dialogar diretamente com o planejamento nacional para o Amazonas.

Uma das grandes preocupações é reorientar futuras hidrelétricas, previstas para o Estado, para substituição de outras fontes de energia, como a instalação de Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs) e, especialmente, melhor aproveitamento do gás natural.

O Amazonas é um grande produtor de gás natural, mas tem aproveitado não mais que 55% do potencial para geração de energia.

Além disso, estudos apontam que a produção de energia solar para sistemas isolados é uma das orientações do colegiado, estimulando com incentivos tributários e instalação de novas empresas produtoras no Estado.

Atualmente, o Amazonas já está interligado com o Sistema Nacional através do Linhão do Tucuruí, um potencial gerador de energia para o País.

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