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Para ter um closet dos sonhos, é preciso investir na personalização e estar atento às tendências

Nada de modulados ou ideias prontas: o ambiente deve atender às necessidades de cada um 14/09/2014 às 11:55
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Espaço amplo feito pela MOSS Para Casa: amplo e sofisticado
Loyana Camelo Manaus (AM)

O closet amplo, organizado, repleto de roupas e acessórios de marca povoa o imaginário de boa parte do público feminino. É um ambiente que, quando bem pensado, dá o toque de luxo necessário a qualquer casa. O passo inicial para montá-lo, no entanto, pode causar muitas dúvidas, pois, por vezes, é idealizado algo que não se encaixa nem na personalidade da pessoa, nem no espaço destinado ao projeto. Por isso, as tendências de decoração unem-se em uma só palavra quando o assunto é closet: personalização.

Para início de conversa, a arquiteta Sheila Campos delineia a diferença entre o closet e o armário comum, ressaltando que, no primeiro, a vantagem é a visualização imediata das roupas e o acesso fácil. “O closet é um espaço. Você entra e tem uma visão global. O bom é isso: você vê tudo e tudo está à mão. Fica bem mais fácil para montar sua produção diária” afirma.

É bem verdade que o nome closet carrega consigo o estigma da sofisticação. Porém, o ambiente nem sempre precisa ser suntuoso - de acordo com Sheila, o mais importante é a adaptação ao perfil do dono. “As pessoas logo pensam em um armário modulado de um lado e de outro, gavetas para roupas íntimas, nicho para bolsas, etc, e muitas vezes não é só isso. Pode ser uma grande arara com tudo pendurado ou como uma loja, enfim, o closet pode ter várias aparências. Para se definir como vai ser, eu preciso saber qual o perfil do dono e também o espaço destinado”, acrescenta a profissional.

De olho no espaço

A problemática do espaço, inclusive, é recorrente nos atendimentos feitos pelo arquiteto da Kitchens, Victor Roman. Ele afirma que um closet precisa de uma circulação mínima, que no conceito da empresa é 80cm “É preciso também um pé direito para acomodar peças estruturais de no máximo 2,70m, se tiver porta. Se não tiver, deve ter no máximo 2,50m”, explica.

Roman ainda conta que boa parte dos clientes procura a empresa com a ideia de modelos pré-estabelecidos, esquecendo-se que cada pessoa tem um perfil próprio.

“O ideal seria que cada usuário fizesse o dever de casa: quantificar suas necessidades. O cliente que vem em busca de uma aquisição focada apenas no preço se frustra em todos os sentidos. Ele poderá ter coisas mais acessíveis, mas que não atendem às suas necessidades”, frisa.

Tendências?

Antes de enumerar tendências, Sheila Campos faz questão de ressaltar, que antes de mais nada, o closet é um espaço muito íntimo. As revistas podem ajudar com algumas sugestões.

“Estão em voga os closets modernos, mais abertos, compostos por painel, caixinhas soltas e mais despojados”, comenta. Já Victor Roman segue a linha da escolha sob medida, totalmente desprendida de padrões. “Eu diria que além de ser tendência, a personalização cada vez mais detalhada é a principal recomendação. E não pressupõe sofisticação, mas sim qualidade de aproveitamento, a solução de espaço”, encerra.

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