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Pesquisa aponta que varejo no AM teve alta de 5%

Dado foi medido pelo IBGE no mês de setembro. No Brasil, sete dos dez setores pesquisados cresceram, enquanto três despencaram 14/11/2013 às 12:10
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Gráfico mostra o levantamento realizado pelo IBGE
ACRÍTICA.COM ---

Apesar dos juros mais altos e do crédito caro e escasso, o comércio manteve, em setembro, desempenho positivo e fechou o mês com alta de 0,5%, a sétima consecutiva na comparação com o mês anterior.

No Amazonas, entretanto, o resultado foi favorável: alta de 5%, se comparado com igual mês do ano passado.

O Amazonas registrou outro indicador positivo, visto que a receita nominal (que não sofre deflação) cresceu 11,9% na comparação com igual mês do ano anterior. Em relação ao mes passado, houve estagnação.

Segundo os dados do IBGE, o ritmo de crescimento em setembro, contudo, é menor do que os registrados nos meses anteriores. Em agosto, a expansão havia sido de 0,9% e em julho, de 2,1%, o que revela instabilidade para o varejo nacional, com baixo crescimento.

Isso pode ser verificado na comparação com setembro de 2012. O IBGE detectou que o comércio, em termos de volume de vendas, apresentou acréscimo de 4,1%, Com isso, a taxa acumulada do ano ficou em 3,9%. Já nos últimos 12 meses, o comércio soma uma alta de 4,8%.

Atividades
Entre as atividades, em sete das dez pesquisadas houve expansão de agosto para setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Os destaques de crescimento ficaram com outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,4%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,3%); livros, jornais, revistas e papelaria (0,9%); material de construção (0,8%); combustíveis e lubrificantes (0,8%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%); e tecidos, vestuário e calçados (0,0%). Esses dois último setores costumam estar entre os que mais crescem.

Os resultados negativos ocorreram em móveis e eletrodomésticos (-0,2%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,7%); e em veículos, motos, partes e peças (-5,1%).

O comportamento bom do comercio tem intrigado analistas e destoa de outros dados que apontam perda de ritmo da economia, como a freada do mercado de trabalho e o fraco desempenho da indústria.

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