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Polícia Civil divulga planos de atuação para o pleito eleitoral

Para as eleições deste domingo (26), um contingente de 1.100 policiais civis se divide entre Manaus e o interior para apurar malfeitos e garantir segurança 23/10/2014 às 20:51
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Uma Central de Procedimentos será montada no Juizado Especial, no campus da Universidade Nilton Lins, na Zona Centro-Sul, para autuação de crimes eleitorais, em conjunto com a Polícia Federal
ACRITICA.COM* Manaus (AM)

A Polícia Civil do Amazonas se fará presente em todo e Estado para garantir a segurança da população durante o pleito eleitoral do segundo turno das eleições majoritárias, que ocorre no próximo domingo (26). Cerca de 1.100 Policiais Civis, entre Delegados, Investigadores e Escrivães de polícia foram convocados, destes 600 atuarão na capital e 500 nos municípios do interior.

Os Distritos Integrados de Polícia (DIP’s) funcionarão regularmente e uma Central de Procedimentos será montada no Juizado Especial, no campus da Universidade Nilton Lins, na Zona Centro-Sul, para realizar autuação de Termos Circunstanciados de Ocorrências (TCO’s) de toda a capital, referente a crimes eleitorais e de forma supletiva à atuação da Polícia Federal.

O Diretor de Polícia Metropolitana (DPM), Delegado Emerson Negreiros, destaca que a segurança contará com o suporte aéreo do helicóptero da instituição. “O Grupamento de Operações Aéreas fará patrulhamento sobrevoando todas das zonas da capital e ainda dos municípios da Região Metropolitana. A aeronave poderá ser acionada, conforme a necessidade, para dar apoio às operações policiais ou ocorrências”, reforçou.

Segurança no interior

Nos municípios onde não existem bases da Polícia Federal, a Polícia Civil atuará de forma supletiva e deverá fazer diretamente a apuração dos casos que envolvam crime eleitoral, seja por meio de diligências preliminares ou instauração de inquérito policial, conforme o parágrafo único do Artigo da 2º Resolução do TSE nº 23.396/2014 e TSE – CTA 6656/MG.

Ainda em atuação supletiva, a Polícia Civil possui as mesmas restrições da Polícia Federal, onde poderá instaurar inquérito policial para apurar crimes eleitorais mediante requisição do Ministério Público Federal ou da Justiça Eleitoral, a não ser que haja prisão em flagrante, como determina o Artigo 8º da Resolução do TSE nº 23.396/2014 e TSE –CTA 6656/MG.

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