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Cotidiano
POLÍCIA

Polícia descarta sequestro de garoto de 2 anos desaparecido em Maraã

Criança sumiu no dia 4 de junho. Testemunhas relataram que garoto havia sido levado por casal, mas versão foi descartada pela polícia 28/06/2018 às 15:56
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Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

A Polícia Civil descartou sequestro do menino de João Caldas do Santos Neto, de 2 anos, no município de Maraã (a 634 quilômetros de Manaus). A criança está desaparecida desde o dia 4 de junho. Testemunhas haviam relatado que o garoto teria sido levado por um casal.

De acordo com a delegada titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Joyce Coelho, a possibilidade foi descartada. Segundo ela, no que em que desapareceu, João Caldas foi visto pela última vez por volta das 18h20, na companhia de um adolescente, no Porto Fluvial de Maraã, situado na rua Beira Rio, bairro Centro, em Maraã.

Denúncias feitas aos familiares da criança informavam que ele havia sido seqüestrado e teria sido visto em uma pousada em Tefé. Posteriormente, no dia 12 de junho, outras testemunhas afirmaram que o garoto havia sido visto em uma drogaria de Manaus na companhia de um casal. Até então a polícia não havia descartado qualquer hipótese.

Conforme Joyce Coelho, as testemunhas relataram que avistaram o menino desaparecido em Tefé, acompanhado de uma mulher, que reside em Coari. Após ouvir a mulher, a polícia constatou que ela é mãe de uma criança na mesma faixa etária de João Caldas, e as testemunhas haviam confundido o garoto com o desaparecido.

A partir disso, os policiais civis descartaram a possibilidade de sequestro. O pai de João Caldas foi ouvido novamente na especializada, onde declarou que o menino tinha o costume de tomar banho no rio Japurá, que banha aquele município.

“Como todas as suspeitas de sequestro foram descartadas, acreditamos que a criança caiu no rio e se afogou, mas não temos como confirmar isso, uma vez que o corpo não foi encontrado. Não vamos encerrar as investigações em torno deste caso. Iremos continuar ouvindo testemunhas até conseguirmos elucidar esse desaparecimento”, concluiu Joyce Coelho.

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