Sexta-feira, 24 de Maio de 2019
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Polícia prende quadrilha de piratas no interior do Amazonas

Sete pessoas foram presas entre elas, uma mulher e um adolescente. Os 'piratas' usavam coletes balísticos, rádios comunicadores, celulares e voadeiras no momento da abordagem



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Sete pessoas foram presas, entre elas uma mulher e um adolescente. Os 'piratas' usavam coletes balísticos, rádios comunicadores, celulares e voadeiras no momento da abordagem
19/01/2013 às 12:10

Policiais civis da 10º Delegacia de Coari, interior do Amazonas, apresentaram na manhã deste sábado (19) sete pessoas pertencentes a uma quadrilha de assaltantes que atacava embarcações e ribeirinhos no rio Solimões. De acordo com o major PM Airton Norte, esta é a quarta quadrilha de piratas presa desde outubro de 2012 na região.

Raimundo Albuquerque Souza, 37, o “Macaco”; Cleisson Lira Duarte, 27; Raimundo de Souza Sabóia, 32, o “Dragão”; Roberto Campos Palmeira, 33, o “Palmeira”; Ingrid Equilene Almas, 29; R. M. G., 17, o “Louro” e Moisés Duarte Gomes, 41, foram presos dentro de uma pequena embarcação regional portando três espingardas calibre 12, dois revólveres 38 e uma pistola 380.

De acordo com a polícia, nas ações, os integrantes usavam coletes balísticos, rádios comunicadores, celulares e voadeiras.

A quadrilha é acusada de vários crimes, entre eles, o assalto a um pontão, ocorrido nessa sexta (18) no município de Codajás. A quadrilha levou 200 litros de combustível e se preparava para praticar novos assaltos entre os municípios de Codajás e Coari, informou a polícia.

Segundo o major, ele foi acionado logo depois do assalto ao pontão. O policial reuniu a equipe e dirigiu-se para a região entre as comunidades de Murituba (Codajás) e Lauro Sodré (Coari).

A equipe localizou uma praia, na qual os assaltantes esconderam 50 litros de gasolina. “A ajuda da população ribeirinha foi muito importante”, reconhece o comandante da 9ª Companhia Independente da Polícia Militar.

Os policiais esperaram o forte temporal para surpreender a quadrilha, quando atravessava o Solimões.

“Quem sai ganhando é a população que utiliza diariamente o transporte fluvial, os comerciantes e produtores rurais que também eram vítimas”, comentou o major, assegurando que manterá um trabalho intenso para dar mais segurança aos municípios naquela área do Solimões. 


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