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Polícia procura por suspeito de matar homem que apartou briga de casal em Manaus

O autor do homicídio seria um suposto policial militar identificado apenas como “Júnior”, mas isso não foi confirmado pela Polícia Civil, que investiga o caso 09/08/2013 às 18:40
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O corpo de Fábio de Souza Ferreira foi levado ao Instituto Médico Legal (IML)
VINICIUS LEAL E BRUNA SOUZA Manaus (AM)

Quatro pessoas, entre testemunhas e possíveis suspeitos de participação, prestaram depoimento na tarde desta sexta-feira (9) na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) para falarem a respeito da morte de Fabio de Souza Ferreira, 26, assassinado na madrugada desta sexta após tentar apartar uma briga entre um casal durante uma festa no bairro da Raiz, na Zona Sul de Manaus.

Conforme o delegado Antônio Rondon, titular da DEHS, nenhum dos quatro ouvidos foi reconhecido como autor do homicídio ou por ter envolvimento no crime. “Todos foram liberados porque não tivemos a confirmação da identidade do autor. Mesmo assim, as investigações continuam e até o final da semana que vem teremos concluído o caso”, disse o delegado.

Segundo populares, o homem autor do homicídio e que teria agredido a esposa durante a festa seria um suposto policial militar identificado apenas como “Júnior”, mas isso não foi confirmado pelo delegado Rondon. Fábio, a vítima, se meteu na briga do casal para salvar a mulher de agressões e, depois que saiu do local, foi abordado por homens em dois carros que fizeram disparos de arma de fogo e o atingiram com dois tiros na cabeça.


De acordo com a polícia, testemunhas informaram que Fábio não aceitou ver a mulher sendo agredida e foi separar a briga. O marido da mulher teria ameaçado Fábio, que então saiu da festa, na rua Aires de Almeida, em companhia do primo, identificado como Mauro Ferreira, 32.

Segundo o primo, ao chegarem à avenida Silves, nas proximidades da empresa Amazon Aço, dois veículos, um Kadett e um Honda Civic, ambos de cor preta e placas não identificadas, pararam e atiraram contra Fábio. Ele foi atingido no rosto por tiros de uma pistola PT. 40, de uso exclusivo da polícia, e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Fábio morreu quando começou a ser sendo atendido no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) da Zona Sul. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

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